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Home Capital

Defensoria Pública recomenda ao Município de Aracaju que adote plano pós-pandemia em prol das pessoas em situação de rua

22 de setembro de 2020
in Capital, Destaques
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Assistência à saúde, alimentação, ampliação de abrigos, exames de Covid19, atividades educativas e esportivas, aluguel social e atendimento psicossocial são algumas das recomendações

A Defensoria Pública do Estado de Sergipe, por meio do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, expediu Recomendação ao Município de Aracaju para que adote um plano pós-pandemia em relação às pessoas em situação de rua no que tange à permanência e manutenção de abrigos emergenciais, bem como outras medidas de proteção e garantia dos direitos humanos.

No mês de março, a Defensoria Pública recomendou à Prefeitura Municipal de Aracaju que disponibilizasse o uso das escolas da rede municipal com vestiários/banheiros, itens de higiene pessoal e fornecimento de refeições para acomodar as pessoas em situação de rua durante o período de pandemia, a qual foi atendida pelo município.

“Durante esse período, o município acolheu as pessoas e vem prestando assistência, porém, esse trabalho não pode parar, uma vez que todos se encontram em extrema vulnerabilidade social e precisam de um amparo social”, disse o defensor público e diretor do Núcleo, Sérgio Barreto Morais.

Na recomendação, a Defensoria Pública pleiteia que o município mantenha, melhore e amplie a assistência à saúde, alimentação, acomodação em abrigos, atividades educativas e esportivas, concessão de aluguel social, orientação e acompanhamento nos cadastros de auxílio emergencial, entre outros. Além disso, a instituição pede a suspensão imediata de quaisquer ações de retirada de pertences da população que se encontrem na rua.

“O Núcleo de Direitos Humanos e Promoção da igualdade está atento a essas questões relacionadas às pessoas em situação de rua, grupo de grande vulnerabilidade humana, motivo pelo qual, em construção com setores da sociedade, preparamos a recomendação que visa à busca da dignidade dessas pessoas”, salientou Sérgio Barreto.

Por Débora Matos

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