quinta-feira, 30, abril/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Brasil

STF mantém regras de limites a acesso de informações sobre acidentes aéreos

14 de agosto de 2024
in Brasil
0
STF mantém regras de limites a acesso de informações sobre acidentes aéreos
Share on FacebookShare on Twitter

Por nove votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou uma ação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) que questiona trechos do Código Brasileiro de Aeronáutica sobre o acesso a informações do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) e sobre o sigilo nas investigações de acidentes aéreos no Brasil. O tema entrou na previsão de julgamentos após a queda de uma aeronave em Vinhedo (SP), na última sexta-feira (9), que matou 62 pessoas.

Assim, o STF ratificou trechos que limitam o uso, em ações da Justiça, de conclusões técnicas sobre as causas de acidentes aéreos.

O julgamento começou em 2021 e foi suspenso por um pedido de vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso, do ministro Alexandre de Moraes. Antes disso, o relator do caso, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido de alterações.

Nesta quarta-feira (14), o ministro Alexandre de Moraes seguiu o relator e entendeu que permitir o uso irrestrito das informações poderia prejudicar o sistema na totalidade.

Apenas o ministro Flávio Dino teve um entendimento diferente. Para ele, deve haver uma separação entre as investigações conduzidas pelo Sipaer e outras investigações judiciais.

Segundo a ação, “ao dispor que as análises e conclusões da investigação do Sipaer não podem ser utilizadas para fins probatórios em processos e procedimentos administrativos e judiciais, e que somente serão fornecidas mediante requisição judicial, o texto do Código veda claramente o acesso de pessoas e órgãos envolvidos a informações de seu legítimo interesse e necessárias ao cumprimento de sua missão constitucional, no caso de órgãos do sistema de Justiça, como o Ministério Público e a polícia criminal”.

Para a PGR, os trechos estabelecem “entraves ilegítimos” ao princípio do devido processo legal dificultam o direito de acesso à Justiça e à ampla defesa.

A PGR pediu ao Supremo, entre outros pontos, que a precedência da investigação do Sipaer sobre acidentes aéreos não exclui que peritos e outros agentes públicos do sistema de justiça tenham acesso ao local e aos vestígios do evento, busquem a preservação de ambos e acompanhem as análises dos objetos relacionados, de maneira coordenada com a investigação aeronáutica.

Além disso, a PGR defende que o dever das autoridades aeronáuticas de comunicar de ofício ao Ministério Público e à polícia criminal indícios de crimes que constatarem em investigações aeronáuticas não impede que Ministério Público e polícia (Federal ou Civil, conforme o caso) tomem a iniciativa de buscar acesso à investigação aeronáutica, a fim de avaliar a existência de indícios de infração penal.

Outro pedido da PGR é para que a autoridade policial possa preservar e reter vestígios de acidente ou incidente aéreo, independentemente de manifestação das autoridades aeronáuticas, quando estas estejam impedidas de chegar ao local em tempo hábil.

Investigações em Vinhedo

Nesta semana, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), anunciou a conclusão da primeira etapa das investigações sobre a queda do avião. Segundo a FAB, a investigação do acidente continua em andamento, com a coleta de mais informações para identificar os fatores que contribuíram para o ocorrido.

De acordo com a Força Aérea, o Cenipa extraiu “com êxito” as informações das caixas-pretas que gravaram as vozes da cabine e os dados do voo. Agora, a investigação avança para a fase de análise de dados.

A FAB informou que o Cenipa planeja divulgar um relatório preliminar dentro de 30 dias. A conclusão do relatório final dependerá da complexidade do caso e será publicada no site do Cenipa. Os motores da aeronave foram removidos do local na noite de domingo (11) e serão analisados na sede do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (IV Seripa), em São Paulo.

A Voepass, empresa responsável pela aeronave que caiu em Vinhedo, operava com uma autorização temporária da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para não gravar oito informações das caixas-pretas. A decisão é de março do ano passado e abrange dados como as forças de comando de volante e pedais, funcionalidade dos freios e sistemas de pressão hidráulica.

O próprio documento afirma que a isenção abrange os parâmetros de voo “cujo objetivo primário é auxiliar em um processo de investigação de acidentes/incidentes”. Segundo a Anac, os parâmetros isentados não configuram prejuízo às investigações em curso, dispondo o Cenipa de capacidade técnica reconhecida internacionalmente para promover a apuração precisa com as informações disponíveis.

Fonte: R7

Notícias Relacionadas

Senado rejeita indicação de Jorge Messias para o STF

STF condena mais de 1.400 pessoas pelos atos do 8 de Janeiro

Brasil criou 228,2 mil postos de emprego formal em março

Por que investidores estrangeiros avaliam que Brasil vive ‘momento de ouro’ na economia

MPF denuncia dez pessoas por fraude no concurso da Polícia Federal de 2025

Consequências de guerra no Oriente Médio afetam construção civil, um dos setores mais importantes da...

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato