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Setenta e cinco mil estudantes brasileiros não têm acesso à água potável na escola, alerta UNICEF

5 de maio de 2026
in Destaques
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Setenta e cinco mil estudantes brasileiros não têm acesso à água potável na escola, alerta UNICEF
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Em um recente comunicado, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) parabenizou o Brasil pela ampliação do fornecimento de água em escolas públicas. O dado é positivo, mas inclui uma informação triste: 75 mil estudantes brasileiros ainda não tem acesso à água nas instituições de ensino onde estão matriculados.

“De 2024 para 2025, segundo dados do Censo Escolar, o número de escolas públicas ativas sem nenhum acesso a água caiu pela metade, passando de 2.512 escolas (que atendiam 179 mil estudantes) para 1.203 escolas (com 75 mil estudantes)”, diz o UNICEF. Isso significa que mais de 100 mil crianças e adolescentes deixaram o problema para trás nesse período – o que é, de fato, positivo.

De acordo com o Censo Escolar, 96% das escolas sem acesso à água estão localizadas em zonas rurais. Do total, 63% atendem majoritariamente estudantes negros e 13% indígenas. O UNICEF também chama a atenção para o fato de que esse problema é mais crítico para as meninas, especialmente durante o período menstrual. Além disso, as meninas são as mais expostas à violência quando buscam água fora da escola.

“É hora de colocar as mulheres e as meninas no centro das soluções para o acesso à água. Quando as mulheres e as meninas têm voz igual nas decisões sobre a água, os serviços tornam-se mais inclusivos, sustentáveis e eficazes. Devemos investir na liderança das mulheres para tornar a água uma força para um futuro mais saudável, mais próspero e com igualdade de gênero, que beneficiará a todos nós”, diz Rodrigo Resende, Oficial de Água, Saneamento e Higiene do UNICEF no Brasil.

No censo de 2022, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que 82,9% da população brasileira contava com a rede geral de distribuição de água como a principal fonte de abastecimento em casa. Apesar de ser a ampla maioria, o número mostra que cerca de um em cada seis brasileiros ainda não tinha acesso à rede naquele ano. Além disso, 37,5% ainda moravam em domicílios sem atendimento de coleta de esgoto. Isso representa mais de um em cada três brasileiros.

Um levantamento mais recente, lançado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) em 2024, mostra que quase 5 milhões de mulheres vivem em domicílios sem água canalizada no Brasil. De acordo com a pesquisa, São Luís (MA) encabeça o ranking de municípios com maior déficit: eram 38.746 mulheres sem água canalizada na época.

Fonte: GALILEU

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