sábado, 25, abril/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Destaques

Representantes da Secretaria de Estado da Saúde discutem ações de combate à sífilis

18 de novembro de 2020
in Destaques, Saúde
0
Share on FacebookShare on Twitter

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) reuniu na terça-feira(17), representantes das Diretorias de Vigilância em Saúde, Atenção Primária à Saúde e Atenção Especializada e de Urgência, para discutir ações de combate à sífilis e a composição de uma força tarefa com o objetivo de articular estratégias de capacitação dos profissionais da saúde, desde a sensibilização para diagnosticar a doença, até o tratamento do paciente. O encontro também teve como propósito enfatizar os meios de orientação, prevenção e tratamento da sífilis, com o intuito de fortalecer as medidas de combate à infecção, e assim, repassá-las aos municípios, para que haja um controle da doença em cada território.

Durante a reunião, também foi ressaltada a importância do diagnóstico precoce e o tratamento disponível pela Saúde Pública. No Estado de Sergipe, já foram notificadas, até 30 de setembro de 2020, cerca de 1.300 pessoas contaminadas com sífilis, em todas as suas formas. O modo de contaminação pode ser por meio da relação sexual desprotegida, identificada como Sífilis Adquirida; transmitida da mãe para o filho, durante a gestação, classificada como sífilis congênita; e Sífilis em gestante, quando só a mãe é diagnosticada. Todas elas possuem tratamento.

O médico infectologista e diretor da Vigilância em Saúde, Marco Aurélio, ressalta a importância de orientar a população para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento disponível. “A sífilis, principalmente, a congênita, é um grande desafio para o país e para o Estado. Temos tido nos últimos anos um aumento no número de casos de Sífilis Congênita, o que reflete no aumento de casos de mortalidade infantil. Ela é uma doença que pode ser curada, quando tratada adequadamente, e pode ser totalmente evitada a transmissão da mãe para o feto, durante a gestação, se essa gestante for tratada de forma precoce e correta”, disse

Segundo o diretor, a população precisa saber que a prevenção da sífilis pode ser feita através dos preservativos masculinos e femininos que são distribuídos gratuitamente. “Para o diagnóstico precoce, existem os testes rápidos disponíveis, também de forma gratuita, nas Unidades Básicas de Saúde. Se a Sífilis for diagnosticada no paciente, os medicamentos são enviados aos municípios, e disponibilizados aos pacientes diagnosticados”, enfatiza Marco Aurélio.

Para a diretora da Atenção Primária à Saúde, Flávia Diniz, a capacitação do profissional de Saúde é de suma importância para lidar de forma sensibilizada, aplicando o tratamento específico a cada paciente. “Estamos finalizando o ano, fazendo um balanço de todos os indicadores de saúde, inclusive da sífilis, já que os número de casos tem aumentado significativamente em nosso Estado. Por isso, a capacitação deve ser contínua. É muito importante ter um olhar direcionado para qualificação da assistência pré-natal, para permitir que o profissional esteja apto para condução do tratamento ao paciente, desde a abordagem da gestante, parceiro ou público em geral”, comentou.

A gerente de Políticas de Atenção Especializada e Urgência, Eliene Cristine Lima destaca a importância da prevenção, de modo geral, para evitar o alto índice de casos de sífilis. “Estamos traçando estratégias para melhorar esses indicadores.  O objetivo aqui é buscar estratégias de diagnosticar e tratar precocemente essa gestante, parceiros e usuários em geral. Uma preocupação é observar como esses dados repercutem no ambiente hospitalar, uma sífilis quando não é tratada na gestante, pode levar a um bebe com sífilis congênita, e esse bebe vai ser diagnosticado nas nossas maternidades. A intenção é melhorar os indicadores, tratando a gestante precocemente, e orientando toda a população sobre a importância, principalmente da prevenção, para que a sífilis não seja adquirida nem transmitida”, ressalta a gerente.

Fonte: SES

Notícias Relacionadas

Hemose abre neste sábado, 25, para reforçar estoques de sangue em Sergipe

Sergipe recebe mais de R$ 16 milhões de investimentos do Novo PAC da Saúde

Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa

Novo estudo indica que exame de sangue pode prever Alzheimer em fase inicial

Governo de Sergipe autoriza convocação de 315 aprovados no concurso da Secretaria de Estado da Saúde

Anvisa aprova Mounjaro para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato