domingo, 10, maio/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Capital

Nasce o primeiro bebê do ano na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes

2 de janeiro de 2025
in Capital, Saúde
0
Nasce o primeiro bebê do ano na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes
Share on FacebookShare on Twitter

O recém-nascido nasceu com 3.426 g, trazendo alegria aos corações da família e da equipe da maternidade

Nesta quarta-feira, 1º de janeiro de 2025, nasceu o primeiro bebê do ano na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL). José Francisco, filho de Lucimaria Vitor da Silva e Edielson Vieira dos Santos, naturais de Poço Redondo, veio ao mundo às 02h31, em um parto cesáreo. O recém-nascido nasceu com 3.426 g, 50 cm e 40 semanas e seis dias de idade gestacional. O pequeno chegou ao mundo trazendo alegria aos corações da família e da equipe da maternidade.

A equipe responsável pelo parto foi composta pelo obstetra Dr. Eduardo Pinto, pela residente em obstetrícia Viviane Nóbrega, pela pediatra Dra. Eliana Estevan, pela anestesista Dra. Ana Cristina Oliveira e pela enfermeira Kátia Andrade, com apoio dos técnicos de enfermagem Valquíria Sena, Marcelo Natal e Eli Pina.

A MNSL  é referência estadual em partos de alto risco. A unidade realizou quase cinco mil partos em 2024, uma média de mais de 400 partos por mês, sendo que 55% foram cesáreos e 45% normais. “Por se tratar de uma maternidade de alto risco, onde as gestantes admitidas já apresentam intercorrências, como hipertensão arterial e diabetes gestacional, a maioria dos partos são cesáreos. Porém, nem toda gestação de alto risco exige parto cesáreo; pode ser realizado o parto natural, dependendo de cada caso e da evolução do quadro da paciente”, explicou a superintendente da MNSL, a enfermeira neonatologista Lourivânia Prado.

A maternidade oferece um serviço com enfermarias para gestantes de alto risco (Ala Rosa), enfermaria de alojamento conjunto (mãe e bebê, Ala Azul), o setor de Admissão (pronto-socorro), o Centro Cirúrgico e o Complexo Neonatal. Este último é composto pela Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin), formada pelo Centro de Prematuros Extremos (Cenpre) e pelos Boxes 1, 2 e 3; pela Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (Ucinco); e pela Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (Ucinca), que utiliza o Método Canguru (Ala Verde), no qual o bebê é colocado em contato pele a pele com os genitores.

Ampliações

De acordo com a coordenadora do Complexo Neonatal, Vanessa Bispo, em 2024 foi ampliado o atendimento a recém-nascidos na Ucinca. Antes, apenas bebês com peso entre 1.250 g e 1.800 g podiam participar do Método Canguru, mas esse limite foi aumentado para 2 kg. “Isso beneficiou mais bebês, permitindo que participassem do serviço na Ala Verde. A diferença é que a Ala Verde oferece cuidados mais adequados ao paciente prematuro”, explicou.

Durante o ano passado,houve a ampliação dos cursos de sensibilização e o fortalecimento do Comitê de Aleitamento Materno. “Capacitamos mais profissionais de diversas áreas. Ampliamos o curso de sensibilização ao Método Canguru e também os cursos de aleitamento materno, o que contribuiu para o aumento das taxas de aleitamento materno exclusivo. Inclusive, realizamos reuniões semanais do Comitê para melhorar continuamente nossos serviços”, completou Vanessa.

Além disso, a MNSL conta com o Banco de Leite Humano Marly Sarney (BLH), que captou mais de 1.100 litros de leite humano em 2024. Segundo a gerente do BLH, Míriam Duarte, foram mais de 700 doadoras, uma média de 60 por mês. O fornecimento de leite humano pasteurizado para a MNSL foi de 987 litros. “Isso beneficiou cerca de 1.500 receptores, ou seja, bebês da Utin. Se tivéssemos mais doadoras, conseguiríamos atender ainda mais bebês”, destacou a necessidade da doação. 

Foto: Ascom SES

Notícias Relacionadas

Lesões no esporte vão além dos atletas e atingem praticantes comuns

PMA reforça vigilância e prevenção após confirmação da circulação da Gripe K

Opera Sergipe devolve qualidade de vida a mais de 230 pacientes com endometriose

Prefeitura de Aracaju empossa mais 30 professores aprovados no concurso do Magistério

Hospital de Cirurgia, em Aracaju, celebra 100 anos com diversos avanços

Prefeita Emília participa do II Fórum das Cidades e enfatiza importância do Plano Diretor

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato