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Milho representa 52% da produção agrícola em SE

27 de outubro de 2022
in Destaques
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Milho representa 52% da produção agrícola em SE
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A produção de milho continua em destaque em Sergipe. O cultivo deste cereal representa 52% da produção de grãos do Estado, conforme aponta um levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri).

Ainda segundo o órgão, Sergipe apresenta uma área de 182.188 hectares, com produção total estimada de 883.065 toneladas do grão para a safra atual. Isso representa 23,4% a mais que a safra do ano anterior, que foi de 729,3 toneladas. “Com mais de 90% das lavouras atualmente estando na fase final de maturação, a colheita tende a se intensificar a partir da segunda quinzena de outubro, estendendo-se até dezembro. A partir de então poderemos ter uma estimativa mais precisa”, explica a Comunicação da Seagri. Ainda conforme a secretaria, em Sergipe os municípios de Carira, Simão Dias, Frei Paulo, Nossa Senhora da Glória e Lagarto são os maiores produtores de milho no Estado. Mas, além deste cultivo, a produção de laranja, cana de açúcar, arroz e mandioca também ganham destaque no território sergipano.

De acordo com levantamento feito pelo IBGE, são estimadas mais de 359 toneladas de produção de laranja para a safra 2022; mais de dois milhões de toneladas de cana-de-açúcar; 39.281 toneladas de arroz e 151.516 toneladas de mandioca.

Segundo a Seagri, existe um fator fundamental que influencia diretamente na produção agrícola do Estado, que é o clima. “O excesso de chuvas e a falta destas provocaram perdas pontuais, embora na maioria dos municípios as precipitações pluviométricas tenham sido regulares e bem distribuídas ao longo do ciclo, contribuindo assim para um excelente desempenho das lavouras e, na maioria dos casos, atingindo produtividades recordes, até mesmo entre os pequenos agricultores. Para a próxima safra vai depender dos índices pluviométricos da época de plantio, que acontece entre os meses de abril a junho”, explica a comunicação do órgão.

Por: Laís de Melo/JC
Foto: Divulgação

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