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Instituto de Análises e Pesquisas Forenses de Sergipe faz alerta sobre riscos do uso de álcool gel falsificado

26 de março de 2020
in Capital, Destaques, Saúde
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Além de fornecer uma falsa sensação de proteção, substâncias como essa causam perigos à saúde humana

O Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF) alerta sobre os perigos do álcool em gel falsificado, especialmente nessa fase de combate ao coronavírus. Segundo o órgão da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), o álcool gel sem procedência e sem controle de qualidade, além de gerar uma falsa sensação de segurança contra o vírus, traz riscos à saúde, como irritações na pele, alergias, queimaduras e intoxicações.

O perito criminal Nailson Correia explica que a mistura de substâncias também pode gerar riscos graves à saúde das pessoas. Ele detalha que algumas dessas substâncias vêm sendo utilizadas de maneira perigosa e apenas criando uma falsa sensação de segurança. “Há pessoas fazendo o gel sem especificações corretas. Isso acaba em vez de ajudar a combater o coronavírus, prejudicando ainda mais. Tem pessoas que pegam o gel de cabelo e misturam com um pouco de álcool, ludibriando a população. Tem pessoas comentando que está mais fácil encontrar o álcool isopropílico, que é aquele que se usa muito até para limpeza de equipamentos eletrônicos, mas ele não é indicado, pois resseca muito a pele e não tem o mesmo efeito do álcool em gel”, enfatiza.

Há ainda usos com potencial de risco ainda mais grave, como alerta o perito criminal. “O fato de ir no posto de combustível, comprar o álcool etanol, que tem um grau de pureza maior, para depois diluir e fazer álcool em casa, misturando com água, não vai ter o mesmo efeito. Pode causar queimadura na pele”, aponta Correia.

O perito informa também que, devido a limitação do produto no mercado, o mesmo deve ser utilizado preferencialmente quando o cidadão estiver fora de casa e não tiver como lavar as mãos frequentemente. “Se está em casa, a recomendação geral continua sendo lavar as mãos com sabão ou detergente. Tentar fazer o álcool em gel com essas espessantes não recomendados, não é o ideal”, destaca.

O álcool em gel verdadeiro deve ter registro na Anvisa. O consumidor deverá verificar também se no rótulo contém informações sobre o produto e os componentes presentes nele. Outra dica é observar se a consistência do material é a mesma que já se está habituado.

Por assessoria de imprensa


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