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Dino autoriza gasto extra fora da meta fiscal para conter incêndios

17 de setembro de 2024
in Brasil
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Dino autoriza gasto extra fora da meta fiscal para conter incêndios
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino autorizou, nesse domingo (15), o governo federal a abrir crédito extraordinário para controlar incêndios e secas no Pantanal e na Amazônia, sem comprometer o novo marco fiscal.

Na prática, a Corte permitiu que a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) envie uma Medida Provisória (MP) ao Congresso com essa determinação. Um movimento similar foi realizado durante o ápice das enchentes no Rio Grande do Sul.

Segundo a decisão de Dino, o prejuízo causado pela devastação dos incêndios seria mais prejudicial à economia do que um eventual gasto extra para intensificar o combate ao fogo. O magistrado também compara os incêndios a uma “pandemia”.

A meta do governo para 2024 é zerar o déficit primário das contas públicas. Na prática, as receitas precisam ser iguais às despesas. Ou seja, a decisão de Dino ajuda a equipe econômica a cumprir o objetivo mesmo ao expandir o gasto com medidas emergenciais.

“Não podemos negar o máximo e efetivo socorro a mais da metade do nosso território, suas respectivas populações e toda a flora e fauna da Amazônia e Pantanal, sob a justificativa de cumprimento de uma regra contábil”, diz a decisão.

O texto ainda menciona a determinação do governo de expandir o crédito durante as enchentes no Rio Grande do Sul como um embasamento para a nova abertura de crédito.

Contratação de brigadistas e Funapol

O ministro Dino também permitiu a contratação imediata de novos brigadistas para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Antes, era necessário esperar um período para que o novo efetivo começasse a atuar nos órgãos. Lula editou uma medida provisória que limita o intervalo a três meses. Com a decisão de Dino, o governo é autorizado a ignorar quaisquer hiatos.

“Com efeito, não faz sentido obrigar a Administração Pública a demitir brigadistas treinados e experientes no combate aos incêndios com impedimento à recontratação”, diz o ministro.

Outra determinação de Flávio Dino é o uso de recursos “congelados” do Funapol (Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal) para apuração e combate dos incêndios no Pantanal e na Amazônia. Ou seja, os gastos que o governo quis conter por meio do fundo podem ser usados novamente com esse objetivo exclusivo.

O governo congela periodicamente dinheiro do Orçamento, também com o objetivo de equilibrar as contas públicas. Um descongelamento significa menos dinheiro sob o controle da gestão federal.

O Funapol financia atividades da Polícia Federal, como transporte, hospedagem e alimentação de servidores em missões oficiais.

Fonte: Poder360

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