segunda-feira, 4, maio/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Capital

Prefeitura realiza terceiro levantamento para monitorar índices do Aedes aegypti em Aracaju

4 de maio de 2026
in Capital, Saúde
0
Prefeitura realiza terceiro levantamento para monitorar índices do Aedes aegypti em Aracaju
Share on FacebookShare on Twitter

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), deu início nesta segunda-feira, 4, ao terceiro Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. A ação, realizada simultaneamente em todos os bairros da capital, segue até a sexta-feira, 8, e desempenha papel essencial no monitoramento da infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O levantamento é uma ferramenta estratégica para identificar áreas de maior vulnerabilidade e orientar, de forma mais precisa e eficaz, as ações de combate e prevenção às arboviroses. Em campo, agentes de endemias percorrem residências, coletam amostras de larvas e encaminham para análise no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). A partir dos resultados, a SMS organiza mutirões de limpeza, aplica fumacê e promove mobilizações educativas nos locais de maior risco.

A coordenadora da Vigilância em Saúde, Duanne Marcele, enfatiza que o calor e o período chuvoso aumentam o risco de proliferação. “Nosso clima é tipicamente quente e com a chegada do outono e inverno, que são marcados por chuvas, torna o ambiente favorável a reprodução do mosquito. Este trabalho é fundamental para proteger a população, o LIRAa nos permite identificar os pontos mais vulneráveis e agir com rapidez. Mas é essencial que cada cidadão colabore, mantendo seus espaços livres de focos de água parada e recebendo os agentes de endemias”, salientou. 

O período sazonal da dengue no Brasil concentra-se tipicamente entre outubro e maio. O pico de casos ocorre geralmente no primeiro semestre (janeiro a maio), embora a doença possa ser registrada durante todo o ano, com alta circulação viral. Diante das condições climáticas, o gerente do Programa de Combate ao Aedes aegypti, Daniel Nunes, reforça que a participação da população é decisiva para o sucesso das ações. “É importante que a comunidade verifique possíveis focos de água parada, receba os agentes em casa e evite o descarte de lixo em terrenos baldios. Use repelentes, especialmente durante o dia, quando o mosquito é mais ativo. Cada atitude faz diferença para reduzir o risco da dengue”, reforça.

Pratos de vasos de plantas, pneus, garrafas, calhas entupidas e lonas costumam ser locais críticos e propícios à reprodução do Aedes aegypti. Ao todo, participam da operação 25 Supervisores de Campo, oito Supervisores Gerais e 146 agentes de endemias. As equipes atuam simultaneamente em diferentes bairros, incluindo regiões como Zona de Expansão, Centro e Grageru, onde o mesmo grupo cobre dois ou três territórios.

Foto: Ascom/SMS

Notícias Relacionadas

Pesquisa analisa efeitos de exercícios na autonomia de idosos

Capacitação sobre sepse reforça segurança do paciente na Unidade Pediátrica do Huse

Prefeitura intensifica ações de educação ambiental em escola do bairro São Conrado

SMTT informa alterações no trânsito em virtude de eventos neste feriado prolongado

PMA renova climatização dos hospitais e unidades de saúde da rede municipal

Hemose realiza mais uma edição do ‘Sabadão Solidário’ no dia 2 de maio

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato