sábado, 18, abril/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Municípios

CRAM de Neópolis destaca a campanha do Agosto Lilás

6 de agosto de 2024
in Municípios
0
CRAM de Neópolis destaca a campanha do Agosto Lilás
Share on FacebookShare on Twitter

O mês de agosto ganha uma cor importante para o público feminino, no tocante ao combate à violência contra a mulher. O Agosto Lilás é uma campanha que existe há 18 anos, fazendo menção à criação da lei Maria Da Penha, sancionada no dia 7 de outubro de 2006. E em Neópolis o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) destaca a importância dessa campanha.

O mês serve justamente para a promoção de ações sobre como identificar uma violência contra a mulher e quais são os meios onde ela pode procurar para fazer as denúncias. “O Agosto Lilás serve para que a mulher tenha conhecimento de quais são os tipos de violência que ela pode sofrer e como ela pode procurar ajuda, como ela pode denunciar”, frisa Samira Wanderlei, coordenadora do CRAM de Neópolis, que atende também ao município de Santana do São Francisco.

A violência contra a mulher pode ocorrer de outras formas além da física, englobando também as violências psicológica, moral, patrimonial e sexual. Cada uma tem sua característica, segundo Samira, sendo a física a mais conhecida, que é promovida por meio de socos, chutes, empurrões, mordidas, etc. A Sexual é aquela que constrange a mulher a presenciar, manter ou participar de atos sexuais não desejados, se valendo de coação, ameaça ou uso da força.

“A violência psicológica é aquela que causa dano emocional. A diminuição da autoestima da mulher, o que lhe prejudica e perturba o seu pleno desenvolvimento, como ameaças, humilhações, chantagens, manipulações e perseguições”, exemplifica Samira.  A violência moral é qualquer conduta que configure como crime de calúnia, difamação ou injúria e a patrimonial, segundo a coordenadora, “é aquela que configure como retenção, subtração, destruição de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais. A gente tem como exemplo roubar bens e dinheiro da vítima, desaparecer com documentos da vítima, destruir os objetos que pertencem a vítimas e outras coisas”.

Para buscar ajuda, a mulher deve procurar a Delegacia da Mulher ou, quando não houver este local, ir a uma delegacia comum para realizar denúncia e fazer um boletim de ocorrência, providenciando também uma medida protetiva. Outra opção válida é procurar os CRAMs. “Caso a mulher não queira ir diretamente na delegacia, ela pode procurar o CRAM também, que lá no CRAM vai ser providenciado tudo para que ela tenha os direitos dela garantidos. Ela pode ser feita também uma denúncia pelo 180, que é um principal canal de denúncia”, completa.

Por ASCOM Neópolis

Notícias Relacionadas

Prefeitura de Lagarto promove eficiência, desenvolvimento sustentável e empreendedorismo

Estância promove oficina “Acolher e Atender” para qualificar atendimento à população LGBTQIAPN+

Umbaúba recebe a quarta Areninha e amplia acesso ao esporte e lazer no interior

Governo de Sergipe atende mais de 300 pessoas no Mutirão do Emprego na Barra dos Coqueiros

Prefeitura de Laranjeiras implanta call center exclusivo para manutenção da iluminação pública

Prefeitura de Socorro decreta ponto facultativo na próxima segunda-feira, 20

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato