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Home Política

Não autorizei a João Alves e nem ninguém que pedisse dinheiro em meu nome, diz Amorim

12 de abril de 2017
in Política
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O senador Eduardo Amorim (PSDB), está indignado com a citação do seu nome na possível lista do ministro Fachin, já que o prefeito João Alves (DEM/SE) teria solicitado R$ 600 mil para as duas campanhas em 2014.

Na manhã desta quarta-feira (12), em tom de desabafo e visivelmente contrariado, o senador Eduardo Amorim afirmou que “estou machucado, indignado, dolorido. Ser acusado injustamente é o pior dos câncer. Nunca tive qualquer contato e não conheço os empresários Fernando Luiz Ayres da Cunha Reis e Alexandre José Lopes Barradas. Nunca e em tempo algum pedi nada a Odebrecht e, repito, não autorizei ninguém a solicitar dinheiro e muito menos tive conhecimento disso. A minha campanha não utilizou recursos de caixa dois”, afirma.

Para Eduardo Amorim, “não basta ser honesto, é preciso demonstrar que é honesto. Asseguro ao povo sergipano que não tenho nada a ver isso. É revoltante. Não autorizei quem quer que seja a pedir ou falar em meu nome. Quem pediu e pegou o que não deveria, que pague pelas atitudes”, garante Eduardo.

O senador afirma ainda que o questionamento sobre a possível doação, a quem teria feito o pedido, que segundo informações seria o ex-prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM). “Não autorizei a João Alves e nem ninguém que pedisse dinheiro em meu nome. Tenho a consciência muito tranquila. Vocês me conhecem, sabem quem eu sou e como conduzo minha vida. Não foi aberto nenhum inquérito em meu nome. Estou tranquilo e disposto a colaborar com a Justiça. Estou estarrecido e indignado com a citação de meu nome neste processo. Quem solicitou valores aos empresários para uso em caixa dois, que explique e responda pelos seus atos”, diz o senador.

Por Munir Darrage

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