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Home Saúde

Hospital Universitário fará mutirão de varizes com técnica moderna

21 de março de 2017
in Saúde
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Foto: Jadilson Simões

O Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) realiza no próximo sábado, 25, a partir das 8h, um mutirão para cirurgia de varizes. Desta vez, será utilizada a chamada ecoescleroterapia com espuma guiada por ultrassom (EEE), popularmente chamada de aplicação com espuma. O método, de acordo com a cirurgiã vascular do HU-UFS, Cristiane Vilaça, é menos invasivo, sem corte e não tem ponto cirúrgico.

 “É uma técnica diferenciada, bastante moderna, com anestesia local e que consegue atender a um maior número de pacientes em um espaço de tempo menor”, comenta a médica. Cristiane explica que a cirurgia convencional contemplaria cerca de dois pacientes, contra seis a sete na ecoescleroterapia utilizando-se o mesmo tempo.

Na ecoescleroterapia com espuma guiada por ultrassom (EEE) é utilizado um líquido denominado polidocanol. A cada procedimento é preparada uma espuma com esse líquido e injetada no paciente. “A espuma trata a veia por dentro, e nós acompanhamos tudo via ultrassonografia no momento da aplicação”, diz.

No sábado, serão 25 pacientes beneficiados, mas normalmente o HU-UFS chega a realizar 40 procedimentos como esse por mês. Para ser atendido pela instituição, o paciente tem que chegar até o ambulatório do HU regulado pelo município. No ambulatório, ele é avaliado por um angiologista e um cirurgião vascular, faz os exames necessários e é verificado se ele está apto ao procedimento.

Casos

Cristiane Vilaça enfatiza que a aplicação com espuma pode ser feita em praticamente todos os casos de varizes, porém é mais aconselhável para situações graves. “Normalmente o paciente que passará pelo procedimento apresenta uma úlcera ou uma lesão de coloração na pele, mas vale ressaltar que existem também as contraindicações à aplicação, como alergia ao produto utilizado no procedimento e histórico de trombose ou doenças descompensadas, como hipertensão e diabetes”, detalha.

Por Andreza Azevedo

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