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Home Saúde

SES capacita enfermeiros para diagnóstico precoce da hanseníase

6 de novembro de 2017
in Saúde
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Com o intuito de diagnosticar precocemente e com precisão casos de hanseníase, doença infecciosa e contagiosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, que atinge pele e nervos periféricos, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou nesta segunda-feira, 6, uma capacitação com enfermeiros dos municípios sergipanos que atuam na Atenção Básica de Saúde. Segundo Mércia Feitosa, coordenadora do Núcleo das Doenças Transmissíveis da (SES), em Sergipe, por ano, são notificados em média 300 novos casos da doença e é fundamental que a descoberta da hanseníase seja feita o mais cedo possível, evitando o agravamento da enfermidade.

“A hanseníase é um caso de saúde pública e precisamos reduzir os índices relacionados à transmissão da doença. Por isso, a secretaria está fortalecendo as capacitações com os profissionais da Atenção Primária de Saúde para que eles estejam sempre aptos a revelarem precocemente o diagnóstico da doença, que é feito clinicamente a partir da observação e relatos do paciente, evitando assim o agravamento da hanseníase”, disse.

Mércia conta que Sergipe tem registrado um aumento da taxa de detecção da doença em menores de 15 anos, o que mostra que está havendo grande circulação do bacilo da doença e alta transmissão. “Os casos da doença em menores de 15 anos vem aumentando e isso demonstra que o bacilo está circulando e que há uma fragilidade no diagnóstico e nas ações de controle da doença por parte da Atenção Básica de Saúde. Estamos fazendo este alerta e a secretaria vem realizando capacitações com os profissionais da área para a diminuição dos índices e a melhora dos diagnósticos da doença”, afirma.  O Brasil é o segundo país com maior número de casos de hanseníase, aponta a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Sintomas

O bacilo Mycobacterium leprae tem a capacidade de infectar grande número de indivíduos, porém, poucos adoecem. É possível ao paciente, inclusive, ter imunidade alta, ter tido contato com o bacilo e não desenvolver a doença, que pode vir a surgir a qualquer momento. Mas se a pessoa apresentar manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele, com borda regular ou não, sem que haja sensibilidade ao toque, a dor ou ao calor, há possibilidade de ser hanseníase.

“Ao perceberem os sintomas as pessoas devem buscar imediatamente a unidade de saúde mais próxima para avaliação da tal mancha, que pode ser confundida até mesmo com pano branco ou psoríase. Por atingir a pele e os nervos periféricos, se a doença não for diagnosticada e tratada adequadamente, ela pode levar a sérias incapacidades físicas”, alerta a coordenadora do Núcleo das Doenças Transmissíveis da SES.

O tratamento da doença pode durar seis meses e até mesmo um ano, a depender do tipo da infecção. Todos os tipos de hanseníase têm cura, embora algumas sequelas já instaladas sejam irreversíveis, no entanto, sem evolução de danos a partir do início do tratamento. Após 15 ou 30 dias de uso da medicação apropriada o bacilo deixa de ser transmitido para um novo indivíduo, daí a necessidade de um diagnóstico precoce, visto que no início da doença há menor quantidade de bacilos e, conseqüentemente, menores chances de adquirir sequelas.

Dados de Sergipe

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), Sergipe é um estado considerado de média endemicidade, apresentando, em 2016, taxa de detecção de 13,73 por 100 mil habitantes. Ainda em 2016, o percentual de cura dos novos casos foi de 84,6%, e 87,4% dos contatos domiciliares dessas pessoas foram examinados.

Por Ascom/SES

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