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Home Saúde

Sergipe reduz em 97% as notificações por suspeita de microcefalia

18 de julho de 2017
in Saúde
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No estado de Sergipe foram registradas 276 notificações, sendo 180 em 2015, quando começou o surto da doença no país e 93 em 2016 / Imagem: Ascom/SES

Os casos suspeitos detectados no primeiro semestre de 2017 foram descobertos nos municípios de Pirambu, Areia Branca e Lagarto

Sergipe tem avançado no combate à microcefalia. Prova disso é a redução dos casos de notificação por suspeita da doença no estado, que caíram para somente três, ainda não confirmados, no primeiro semestre deste ano. No estado de Sergipe foram registradas 276 notificações, sendo 180 em 2015, quando começou o surto da doença no país e 93 em 2016. Apenas numa comparação com o ano passado, a queda no total de notificações foi de 97%. Os casos suspeitos detectados no primeiro semestre de 2017 foram descobertos nos municípios de Pirambu, Areia Branca e Lagarto.

De acordo com a coordenadora do Núcleo Estratégico da Secretaria de Estado de Saúde, Eliane Nascimento, o principal fator para a diminuição nos casos de microcefalia é a vigilância constante nas residências para o combate ao Aedes Aegypti. “Esse trabalho de orientação com os moradores para combater o mosquito é primordial para diminuirmos ainda mais este índice”, disse a coordenadora.

Eliane Nascimento lembra ainda que este trabalho exige tempo. “É preciso conscientizar as pessoas da importância de eliminar os focos do mosquito. Tudo isso exige tempo, afinal é um trabalho de educação e conscientização. Hoje vemos que o Aedes Aegypti é o transmissor de doenças perigosas como o zyka vírus, por isso a importância de se prevenir os focos. Não podemos ser mais fortes que um mosquito”, explicou.

Atendimento aos casos confirmados

Na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, unidade de referência no acolhimento a gestantes e recém-nascidos com risco da Rede Estadual de Saúde, há o acompanhamento às crianças que nasceram com microcefalia no ambulatório Follow Up, onde é disponibilizado atendimento com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e fonoaudiólogos.

Por Ascom/SES

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