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Home Capital

Segurança do paciente é prioridade na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes

13 de abril de 2026
in Capital, Saúde
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Segurança do paciente é prioridade na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes
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A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), unidade de alta complexidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES) para partos de alto risco em Sergipe, trabalha para garantir um atendimento qualificado e seguro. Para isso, conta com um fluxo de acesso estruturado, que regula a porta de entrada dos serviços de urgência e internação obstétrica e neonatal. Além disso, possui protocolos obrigatórios voltados à segurança do paciente, como o uso do partograma, instrumento essencial para o acompanhamento da evolução do trabalho de parto.

O acesso à MNSL é realizado por meio do Núcleo Interno de Regulação (NIR), que compõe uma equipe com técnicos especializados, como médicos obstetras reguladores, enfermeiros e técnicos de enfermagem. De acordo com a coordenadora do NIR e do Pronto-Socorro da maternidade, a enfermeira Danielle Hora, a comunicação é feita por e-mail, acompanhada de um formulário com os dados da paciente, que é analisado pela equipe.

“Nós avaliamos se a paciente tem comorbidades de risco que fazem parte dos critérios de acesso. Caso positivo, ela é encaminhada para a nossa maternidade e realizamos o matriciamento das pacientes quando não são perfil da unidade”, explicou.

A puérpera Indiana Vieira Santos Barbosa, de 35 anos, natural de Nossa Senhora da Glória, relembra que a descoberta do diabetes gestacional veio ainda durante o pré-natal, após o exame de curva glicêmica, conhecido como ‘teste da garapa’. “Fiquei muito preocupada, com medo pelo meu bebê e por mim. Eu fazia acompanhamento no Caism [Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher]  e foi a própria médica que me encaminhou para a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, por ser referência em alto risco”, contou.

Segundo ela, o acolhimento fez toda a diferença desde a chegada à unidade. “Fui muito bem recebida. Passei pela triagem, fui avaliada pela equipe médica e logo comecei a ser acompanhada por vários profissionais, inclusive a nutricionista, que me orientou direitinho sobre a alimentação”, destacou.

Indiana também ressaltou a organização do atendimento. “O fluxo foi bem organizado, tudo muito ágil, e eu me senti segura o tempo todo. Mesmo sendo um momento delicado, tive confiança na equipe. Hoje só tenho gratidão por todo o cuidado que recebemos aqui”, finalizou.

Partograma e segurança na assistência
 
O Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) atua com base em seis metas internacionais de segurança: identificação correta do paciente, comunicação efetiva entre profissionais, segurança na prescrição e administração de medicamentos, cirurgia segura, higienização das mãos para prevenção de infecções e prevenção de quedas e lesões por pressão. Dentro da meta de cirurgia segura, dois instrumentos são fundamentais para garantir a assistência adequada ao parto, seja ele normal ou cirúrgico, o checklist de cirurgia segura e o partograma.
 
“O partograma é um instrumento que permite acompanhar, de forma contínua, toda a evolução do trabalho de parto, desde o início até o pós-parto. Nele, monitoramos parâmetros importantes como os batimentos cardiofetais, a dilatação do colo do útero e outros indicadores essenciais para assegurar o bem-estar materno e fetal”, explicou a referência técnica do NQSP, Kátia Leal.
 
Reforçando a importância dessa ferramenta, a MNSL realizou, na última semana, uma capacitação voltada para médicos e enfermeiros residentes em ginecologia e enfermagem obstétrica. A formação foi conduzida pela ginecologista obstetra Glícia Ramos, com foco na correta utilização do partograma como documento indispensável na assistência ao parto.
 
“De acordo com a literatura, o preenchimento adequado do partograma é essencial para a condução segura do parto, pois proporciona uma visão global da evolução do trabalho de parto. Ele permite avaliar tanto a progressão da dilatação quanto o bem-estar materno e fetal, além de sinalizar possíveis riscos, como a presença de líquido meconial. É uma ferramenta prática, didática e acessível, que possibilita ao profissional uma visão panorâmica de toda a assistência prestada”, destacou a médica.

Foto: Ascom SES
 

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