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Home Esporte

Santos será obrigado a comprar L. Lima caso não venda meia até o fim do ano

6 de julho de 2016
in Esporte
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Clube pode ter que pagar mais de R$ 7,3 milhões a Doyen Sports em janeiro de 2017

O Santos deverá ser obrigado a comprar os 80% dos direitos econômicos do meia Lucas Lima, que pertencem a Doyen Sports, caso não negocie o jogador até 31 de dezembro de 2016. A informação foi divulgada pela A Tribuna e confirmada após UOL Esporte ter acesso ao contrato do jogador.

Na prática, se a Doyen assim exigir a partir de janeiro, o Santos terá que desembolsar mais de R$ 7,3 milhões. Esse montante já está com os valores corrigidos em cima dos R$ 5,5 milhões pagos pela Doyen em 2014 para adquirir os 80% dos direitos econômicos do meia (o contrato prevê que o clube tem que pagar 10% de juros ao ano).

Porém, caso o Santos negocie o jogador em 2017, o clube terá que pagar outra quantia para a Doyen. Nesse caso, a Doyen ainda levará 80% do total da venda.

O Santos deverá ser obrigado a comprar os 80% dos direitos econômicos do meia Lucas Lima, que pertencem a Doyen Sports, caso não negocie o jogador até 31 de dezembro de 2016. A informação foi divulgada pela A Tribuna e confirmada após UOL Esporte ter acesso ao contrato do jogador.

Na prática, se a Doyen assim exigir a partir de janeiro, o Santos terá que desembolsar mais de R$ 7,3 milhões. Esse montante já está com os valores corrigidos em cima dos R$ 5,5 milhões pagos pela Doyen em 2014 para adquirir os 80% dos direitos econômicos do meia (o contrato prevê que o clube tem que pagar 10% de juros ao ano).

Porém, caso o Santos negocie o jogador em 2017, o clube terá que pagar outra quantia para a Doyen. Nesse caso, a Doyen ainda levará 80% do total da venda.

Hoje, o Santos tem 10% dos diretos econômicos. O empresário Edson Khodor tem outros 10%. O restante é da Doyen.

O Santos, por nota, não quis comentar o contrato. “Em virtude de obrigação de sigilo, o Santos Futebol Clube não comentará assuntos que estejam sob discussão em arbitragem, o que inclui os contratos celebrados com o fundo maltês Doyen Investments Ltda”.

O que diz o contrato que foi assinado pelo ex-presidente do Santos, Odílio Rodrigues, o diretor da Doyen, Nélio Freire Lucas, e o jogador: “Caso o Clube, por absolutamente qualquer motivo, não tenha transferido o jogador até o fim de 2016, então, a pedido e critério exclusivo do Fundo, o Fundo terá o direito de exercer a opção de venda, a qualquer momento a partir daquela data, estando o Clube obrigado a comprar do Fundo a totalidade dos direitos econômicos do jogador pertencentes ao Fundo.”

Lucas Lima já cogitou publicamente que pretende cumprir seu contrato até o fim e receber sozinho o dinheiro de uma futura proposta do futebol europeu. Ele poderá assinar com qualquer time do mundo a partir do segundo semestre de 2017 sem pagar multa alguma.

“Tenho desejo de sair, sim. Sempre deixei bem claro. Mas, se não acontecer, fico até o fim do meu contrato. Sem dúvidas seria melhor para mim, saio com 100% do meu passe. Futebol tudo pode acontecer. É uma possibilidade sim. Se for ver bem, eu vou ganhar muito mais daqui um ano e meio. Poucas pessoas veem isso também. Poderia ficar até aqui e o Santos não ganhar nada. Temos que conversar e ver o que é melhor para ambos”, disse Lucas Lima.

O presidente Modesto Roma já avisou que não aceita negociar Lucas Lima. A estratégia de manter o meia até o dia 31 de dezembro de 2017 tinha uma lógica, antes do vazamento do contrato. O Santos possui apenas 10% dos direitos do jogador e, dependendo do valor da proposta que chegar da Europa, o montante destinado ao clube paulista sequer ajudaria para a reposição do meia no mercado do futebol. O time entende que é melhor contar tecnicamente com o armador por mais um ano e meio do que o perder agora por um valor pequeno.

Do UOL, em Santos

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