quarta-feira, 1, abril/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Educação

Rede pública estadual de ensino é contemplada pelo programa Mais Ciência na Escola

2 de outubro de 2025
in Educação
0
Rede pública estadual de ensino é contemplada pelo programa Mais Ciência na Escola
Share on FacebookShare on Twitter

A rede pública estadual de ensino de Sergipe deu mais um passo em direção à inovação tecnológica e à formação científica dos estudantes com a instalação de Laboratórios Maker. A iniciativa faz parte do programa Mais Ciência na Escola, ação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

O Centro de Excelência Manoel Messias Feitosa, em Nossa Senhora da Glória, inaugurou, recentemente, um Laboratório Maker, espaço projetado para estimular a criatividade, a iniciação científica e o aprendizado prático. No alto sertão sergipano, as atividades serão desenvolvidas em sete municípios, no período de janeiro de 2025 a dezembro de 2026. Ao todo, dez escolas foram contempladas pelo programa, sendo cinco da rede estadual e cinco das redes municipais de ensino.

O objetivo é disseminar o letramento digital e a educação científica na educação básica, fortalecendo práticas pedagógicas inovadoras, promovendo a formação docente e criando ambientes escolares mais conectados aos desafios do século XXI. A proposta é fomentar o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de resolver problemas reais de forma colaborativa.

Para o gestor da Diretoria Regional de Ensino do Alto Sertão Sergipano da (DRE 9), professor Antônio Santana, os laboratórios representam um salto para a região. “São espaços que estimulam a criatividade de professores e alunos e fomentam a experimentação científica no alto sertão sergipano”, destacou.

Equipados com kits de robótica, placas programáveis, materiais eletrônicos, impressoras 3D, scanner 3D, cortadora a laser, microcontroladores e Arduinos, os laboratórios possibilitam transformar ideias em protótipos e projetos concretos. Além de apoiar o ensino das disciplinas regulares, servirão como ambientes de experimentação interdisciplinar e de interação com a comunidade.

A Universidade Federal de Sergipe (UFS), Campus do Sertão, participa da implantação e do acompanhamento dos laboratórios por meio do Grupo de Popularização da Ciência do Sertão Sergipano (Gpops). A rede de cooperação reúne escolas, universidades e comunidades locais, garantindo infraestrutura adequada, atividades formativas e bolsas de incentivo para professores e estudantes.

Entre as mil escolas brasileiras selecionadas, o município de Nossa Senhora da Glória se destaca com três instituições contempladas. Na rede pública estadual, foram beneficiados o Centro de Excelência Manoel Messias Feitosa, a Escola Estadual Padre Leon Gregório e, em outros municípios, o Centro de Excelência Dom Juvêncio de Brito (Canindé de São Francisco), o Centro de Excelência Nelson Resende de Albuquerque (Gararu) e o Centro de Excelência 28 de Janeiro (Monte Alegre).

Para os estudantes, a novidade desperta entusiasmo. “Sempre gostei muito de robótica e acredito que o laboratório vai ajudar nas aulas de informática, química e física. Hoje, a tecnologia é fundamental em todos os lugares, principalmente na escola, porque amplia nossos conhecimentos e contribui para a sociedade”, comentou Sádila Sophia Ferreira, aluna da 1ª série do Ensino Médio.

O colega Vitor Rafael Santiago também compartilhou a expectativa. “As aulas de robótica ajudam a entender mais sobre informática, programação e podem nos levar a participar de feiras científicas e até premiações. É um aprendizado importante para o futuro profissional e também para concursos e provas”, afirmou.

O professor de Física, Jean Guilherme da Silva, ressaltou o impacto pedagógico. “O laboratório trouxe vários benefícios, como a possibilidade de resolver problemas do próprio ambiente escolar e incentivar os alunos a participar de feiras e olimpíadas científicas. Além disso, favorece a publicação de artigos e estimula a cultura maker entre os jovens”, pontuou.

Programa Mais Ciência na Escola

Criado em 2024, o programa tem como foco disseminar o conhecimento científico e digital na educação básica. A implantação dos Laboratórios Maker em escolas públicas de todo o país busca despertar o interesse pela ciência e pela tecnologia, ampliar a formação docente e preparar os estudantes para carreiras científicas e tecnológicas, promovendo a aprendizagem pela investigação, pela robótica e pela inovação.

Notícias Relacionadas

Avanços na UFS: Ensino, Inclusão e Inovação Transformam a Comunidade Acadêmica

Seed divulga novo calendário escolar para o ano letivo das escolas da Rede Pública Estadual

MEC divulga lista de espera do Prouni para bolsas do ensino superior

De cada dez estudantes sergipanos, três experimentaram bebida alcóolica com 13 anos ou menos

Estudantes da rede pública de Sergipe transformam biomassa em solução contra o aquecimento global

Estudante da UFS é selecionada para bolsa internacional e fará pesquisa em Roma

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato