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Home Saúde

Hanseníase atinge cerca de 360 crianças em Sergipe

3 de abril de 2019
in Saúde
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Foto: Divulgação

A hanseníase é um dos problemas de saúde pública mais antigos de que se tem conhecimento. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o Brasil registrou 26.875 novos casos da doença só em 2017, ocupando o segundo lugar entre os quase 150 países que informaram casos novos à OMS. Em Sergipe, de acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (SES), em 2018 foram diagnosticados 367 casos novos da doença, e chamam atenção para a quantidade de casos com menos de 15 anos, conforme explica a Responsável Técnica do Programa de Hanseníase do Estado de Sergipe, Maria Betânia Faria Baneo.

“Verificado nos últimos anos há um crescimento considerável de casos novos de hanseníase e uma preocupação nos menores de 15 anos, né? Que nos últimos anos vem crescendo. Então o plano de ação nosso é estar qualificando os profissionais das unidades de saúde para que eles possam fazer um diagnóstico preciso e precoce e, principalmente, quando se detecta a hanseníase, fazer a avaliação do grau de capacidade. Então há uma preocupação para que se se quebre a cadeia de transmissão e que haja um controle sobre a doença aqui no estado”.

A hanseníase é uma doença bacteriana transmitida através de fluídos orais presentes na respiração, por exemplo. Diferentemente do que acreditam muitas pessoas, não é possível contrair a doença apenas tocando uma pessoa com hanseníase. A contaminação precisa de um contato prolongado e que pode durar até 10 anos para o aparecimento dos primeiros sinais e sintomas. Portanto, a presença de um menor de 15 anos com a doença acaba sendo um indicativo de que há outras pessoas em seu convívio transmitindo os bacilos, conforme explica a coordenadora-geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha.

É importante ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS.

Fonte: Agência Rádio Mais

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