quinta-feira, 2, abril/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Brasil

Guedes quer fatiar reforma do IR para bancar Auxílio Brasil a R$ 600 e correção da tabela

3 de setembro de 2022
in Brasil, Economia
0
Guedes quer fatiar reforma do IR para bancar Auxílio Brasil a R$ 600 e correção da tabela
Share on FacebookShare on Twitter

BRASÍLIA – O ministro da Economia, Paulo Guedes, já tem um plano para financiar o Auxílio Brasil a R$ 600 no ano que vem, embora o valor não tenha sido incluído na proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional na última quarta-feira, 31.

O ministro tem dito que o valor obtido com a arrecadação de Imposto de Renda sobre lucros e dividendos deverá ser suficiente para bancar o reajuste e, além disso, elevar a faixa de isenção do tributo para R$ 2,5 mil. A isenção da tabela só vale para quem ganha até R$ 1,9 mil. A alíquota sobre lucros e dividendos seria de 15% para ganhos acima de 400 mil mensais.

A proposta é parte da reforma tributária que já é discutida no Congresso, foi aprovada na Câmara e aguarda apreciação do Senado. Porém, para dar agilidade à solução, a ideia é apresentar um novo projeto de lei, restrito à tributação dos lucros e dividendos, que hoje são isentos, deixando claro que seriam a fonte do benefício social.

A solução política para esse impasse fiscal seria acionada logo após eleição, em caso de vitória de Jair Bolsonaro (PL), que voltou a prometer aumentar a faixa de isenção da tabela do IR e também o Auxílio a R$ 600. Como mostrou o Estadão, se a tabela não for corrigida, quem ganha 1,5 salário mínimo vai passar a pagar IR no ano que vem.

A avaliação é que o restante da reforma tributária que prevê, principalmente, a redução da tributação que incide sobre as empresas ocorra de forma acelerada em etapa posterior, até por cobrança do setor produtivo, após a tributação de lucros e dividendos de seus sócios.

Mas ainda que se resolva a fonte de financiamento do reajuste do benefício social, a ampliação dos gastos com o programa, avaliada em cerca de R$ 50 bilhões, ainda esbarraria no teto de gastos, a regra que atrela o crescimento das despesas à inflação.

Para o governo, a solução neste caso passará pela revisão da regra fiscal, fixando como meta a redução da dívida pública, como antecipou o Estadão. Em vez de um teto de gastos primários, o governo lançaria mão de outras travas, até mesmo a contenção do crescimento de despesas obrigatórias, como aposentadorias e salários do funcionalismo. Esse desenho, porém, ainda não foi apresentado.

Fonte: Agência Brasil

Notícias Relacionadas

Autismo: mulheres são as principais cuidadoras, revela pesquisa

Lula quer anular leilão da Petrobras por vender gás acima da tabela

Presidente do STF admite não haver consenso na Corte sobre fiscalização de eventual Código de Ética ...

Governo federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleições

Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade

Petrobras estuda fazer Brasil autossuficiente em diesel em até 5 anos

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato