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Home Brasil

Governo federal prepara decreto que aumentará salário mínimo para R$ 1.518 em janeiro

26 de dezembro de 2024
in Brasil, Economia
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Governo federal prepara decreto que aumentará salário mínimo para R$ 1.518 em janeiro
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve baixar um decreto até o final do ano fixando o novo valor do salário mínimo em R$ 1.518, apurou o UOL. O texto ainda não chegou até a Casa Civil.

Pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada, o salário mínimo subiria de R$ 1.412 para R$ 1.502 em janeiro. No entanto, a lei orçamentária previa um aumento maior, mas o projeto não foi sequer votado pelo Congresso, ficando para ser aprovado apenas em 2025.

Enquanto isso, o decreto presidencial deve definir a remuneração mínima dos brasileiros.

Assim como no aumento anterior, o instrumento normativo será decreto, a ser publicado até o final do ano”, disse a assessoria da Casa Civil ,em nota ao UOL na tarde desta quinta-feira (26). “Não há data definida ainda”.

O valor de R$ 1.518, se confirmado, vai representar uma elevação de R$ 106 no bolso de quem ganha salário mínimo. Isso significa 7,5% de reajuste, portanto, acima da inflação no período. Ainda assim, os valores são menores devido ao corte de gastos aprovado no final do ano.

A fórmula antiga de cálculo do salário mínimo previa a reposição da inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) — que é mais vantajoso para o trabalhador que o índice oficial da inflação, o IPCA — e mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB). Pela regra anterior, o salário mínimo iria a R$ 1.525.

Agora, a fórmula nova acrescentou uma terceira regra na conta: um teto de aumento de despesas de 2,5%. Assim, mesmo que o PIB seja de 3,2%, será aplicado o valor máximo de 2,5%.

O salário mínimo impacta o valor das aposentadorias, principalmente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e em benefícios sociais. Por isso, há preocupação do governo em conter aumentos abruptos dele e reflexos negativos no orçamento em tempos de contenção de despesas

Fonte: UOL

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