quarta-feira, 1, abril/2026
Sergipe Mais
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato
No Result
View All Result
Sergipe Mais
No Result
View All Result
Home Capital

Custo da cesta básica em Aracaju recuou 1,82% em agosto, diz Dieese

6 de setembro de 2025
in Capital, Economia
0
Custo da cesta básica em Aracaju recuou 1,82% em agosto, diz Dieese
Share on FacebookShare on Twitter

Entre julho e agosto de 2025, o preço da cesta básica de alimentos em Aracaju, teve redução de 1,82%. Para comprar os itens alimentícios, o trabalhador aracajuano teve que desembolsar R$ 558,16, valor mais baixo entre as 27 capitais onde o Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Conab realiza a pesquisa da cesta.

Conforme o levantamento do Dieese, na variação do ano, o custo da cesta básica na capital sergipana acumula alta de 0,74%%. Já na variação em 12 meses, a alta é de 8,9%.

O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 24 das 27 capitais onde o Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Em agosto de 2025, as quedas mais importantes ocorreram em Maceió (4,10%), Recife (4,02%), João Pessoa (4,00%), Natal (3,73%), Vitória (3,12%) e São Luís (3,06%).

São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 850,84), seguida por Florianópolis (R$ 823,11), Porto Alegre (R$ 811,14) e Rio de Janeiro (R$ 801,34). Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 558,16), Maceió (R$ 596,23), Salvador (R$ 616,23) e Natal (R$ 622,00).

Produtos da cesta

O preço do tomate diminuiu em 25 cidades, com variações entre 26,83%, em Brasília, e 3,13%, em Belém. Os aumentos ocorreram em Macapá (9,17%) e Palmas (2,60%). A maior oferta do fruto foi responsável pela queda do preço no varejo. O valor médio do arroz agulhinha ficou menor em 25 das 27 cidades pesquisadas, entre julho e agosto de 2025, com destaque para Macapá (8,78%) e Florianópolis (5,79%.). Houve aumento em duas cidades: Porto Alegre (0,99%) e Rio Branco (0,95%). A maior oferta fez com que a comercialização do grão ficasse mais lenta, pois os produtores estiveram à espera de melhores preços. No varejo, a tendência foi de queda.

O valor médio do feijão diminuiu em 25 das 27 cidades pesquisadas. O tipo preto, pesquisado nas cidades do Sul, no Rio de Janeiro e em Vitória, apresentou queda de preço em todas as capitais, entre as quais se sobressaem Rio de Janeiro (6,99%) e Vitória (3,61%). O feijão carioca, cujo valor é coletado nas demais capitais, aumentou apenas em Campo Grande (0,46%) e Teresina (0,18%). As quedas mais importantes foram registradas em São Luís (5,22%), Belo Horizonte (4,67%) e Porto Velho (4,19%). A colheita avançou e a oferta normalizada diminuiu os preços no varejo.

Em agosto, o preço do açúcar diminuiu em 22 capitais entre julho e agosto de 2025. As principais reduções foram registradas em Manaus (5,84%) e Cuiabá (5,19%). Houve aumento em cinco cidades, com destaque para Campo Grande (2,30%). A baixa demanda interna sustentou a diminuição dos preços, apesar do esforço dos produtores em segurar os estoques.

Já o preço do café em pó caiu em 24 das 27 cidades pesquisadas, entre julho e agosto. As variações mais expressivas ocorreram em Brasília (5,50%), João Pessoa (4,79%) e Belo Horizonte (4,75%). As altas foram observadas em Teresina (0,34%) e Fortaleza (0,14%). Em Aracaju, o preço não variou. Mesmo com a colheita abaixo do que se esperava, os preços no varejo foram menores.

Em relação ao valor da carne bovina de primeira diminuiu em 18 capitais, com percentuais entre 3,87%, em Vitória, e 0,12%, em Florianópolis. Aumentos foram registrados em oito cidades, com destaque para Rio Branco (2,26%) e Campo Grande (2,11%).

Quanto ao preço do óleo de soja subiu em 17 cidades, com oscilações entre 0,11%, em Porto Alegre e João Pessoa, e 2,57%, em Cuiabá. Os valores caíram em outras oito capitais, com destaque para Palmas (3,10%). Em Goiânia e Macapá, o preço não variou. A demanda externa aquecida elevou o preço do óleo também no varejo.Custo da cesta básica em Aracaju recuou 1,82% em agosto, diz Dieese

Entre julho e agosto de 2025, o preço da cesta básica de alimentos em Aracaju, teve redução de 1,82%. Para comprar os itens alimentícios, o trabalhador aracajuano teve que desembolsar R$ 558,16, valor mais baixo entre as 27 capitais onde o Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Conab realiza a pesquisa da cesta.

Conforme o levantamento do Dieese, na variação do ano, o custo da cesta básica na capital sergipana acumula alta de 0,74%%. Já na variação em 12 meses, a alta é de 8,9%.

O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 24 das 27 capitais onde o Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Em agosto de 2025, as quedas mais importantes ocorreram em Maceió (4,10%), Recife (4,02%), João Pessoa (4,00%), Natal (3,73%), Vitória (3,12%) e São Luís (3,06%).

São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 850,84), seguida por Florianópolis (R$ 823,11), Porto Alegre (R$ 811,14) e Rio de Janeiro (R$ 801,34). Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 558,16), Maceió (R$ 596,23), Salvador (R$ 616,23) e Natal (R$ 622,00).

Produtos da cesta

O preço do tomate diminuiu em 25 cidades, com variações entre 26,83%, em Brasília, e 3,13%, em Belém. Os aumentos ocorreram em Macapá (9,17%) e Palmas (2,60%). A maior oferta do fruto foi responsável pela queda do preço no varejo. O valor médio do arroz agulhinha ficou menor em 25 das 27 cidades pesquisadas, entre julho e agosto de 2025, com destaque para Macapá (8,78%) e Florianópolis (5,79%.). Houve aumento em duas cidades: Porto Alegre (0,99%) e Rio Branco (0,95%). A maior oferta fez com que a comercialização do grão ficasse mais lenta, pois os produtores estiveram à espera de melhores preços. No varejo, a tendência foi de queda.

O valor médio do feijão diminuiu em 25 das 27 cidades pesquisadas. O tipo preto, pesquisado nas cidades do Sul, no Rio de Janeiro e em Vitória, apresentou queda de preço em todas as capitais, entre as quais se sobressaem Rio de Janeiro (6,99%) e Vitória (3,61%). O feijão carioca, cujo valor é coletado nas demais capitais, aumentou apenas em Campo Grande (0,46%) e Teresina (0,18%). As quedas mais importantes foram registradas em São Luís (5,22%), Belo Horizonte (4,67%) e Porto Velho (4,19%). A colheita avançou e a oferta normalizada diminuiu os preços no varejo.

Em agosto, o preço do açúcar diminuiu em 22 capitais entre julho e agosto de 2025. As principais reduções foram registradas em Manaus (5,84%) e Cuiabá (5,19%). Houve aumento em cinco cidades, com destaque para Campo Grande (2,30%). A baixa demanda interna sustentou a diminuição dos preços, apesar do esforço dos produtores em segurar os estoques.

Já o preço do café em pó caiu em 24 das 27 cidades pesquisadas, entre julho e agosto. As variações mais expressivas ocorreram em Brasília (5,50%), João Pessoa (4,79%) e Belo Horizonte (4,75%). As altas foram observadas em Teresina (0,34%) e Fortaleza (0,14%). Em Aracaju, o preço não variou. Mesmo com a colheita abaixo do que se esperava, os preços no varejo foram menores.

Em relação ao valor da carne bovina de primeira diminuiu em 18 capitais, com percentuais entre 3,87%, em Vitória, e 0,12%, em Florianópolis. Aumentos foram registrados em oito cidades, com destaque para Rio Branco (2,26%) e Campo Grande (2,11%).

Quanto ao preço do óleo de soja subiu em 17 cidades, com oscilações entre 0,11%, em Porto Alegre e João Pessoa, e 2,57%, em Cuiabá. Os valores caíram em outras oito capitais, com destaque para Palmas (3,10%). Em Goiânia e Macapá, o preço não variou. A demanda externa aquecida elevou o preço do óleo também no varejo.

Notícias Relacionadas

Defesa Civil realiza monitoramento e leva orientações para moradores de áreas de risco

Sergipe bate recorde em fevereiro e é o estado que mais cresceu em geração de emprego no Nordeste

Natville investe mais de R$700 milhões em fábricas no Nordeste

Hospital de Cirurgia realiza primeira cirurgia de Urologia Pediátrica após retomada do Serviço de Pe...

Governo do Estado forma novos soldados da Polícia Militar de Sergipe

Aracaju gera 1,4 mil novas vagas em fevereiro e amplia número de oportunidades

  • Home
  • Contato

No Result
View All Result
  • Início
  • Regiões
    • Capital
    • Municípios
    • Brasil
    • Mundo
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Educação
  • Esporte
  • Saúde
  • Cultura
  • Concursos
  • Contato