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Home Economia

Aracaju tem o gás de cozinha mais caro do Nordeste

12 de setembro de 2017
in Economia
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Foto: Jean Pimentel / Agência RBS

É em Aracaju que o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, o chamado “gás de cozinha”, é o mais caro entre todas as capitais do Nordeste, aponta a Agência Nacional de Petróleo (ANP). A posição indigesta ao “bolso” do consumidor já havia sido alcançada mesmo antes do reajuste de 12,02% anunciado pela Petrobras no último dia 5. Agora, os aracajuanos, que antes já pagavam, perplexos, R$64,50 pelo botijão de 13kg, vão desembolsar R$72,02, um adendo de R$7,7.

Depois de Aracaju, aparecem entre as mais “salgadas”: Fortaleza (R$64,48); Teresina (R$55,04); Natal (R$54,14); Salvador (R$53,80); João Pessoa (R$53,32); Maceió (R$53,18); Recife (R$48,21) e São Luiz (R$45,11).

A consumidora Gardênia Santos, 40 anos, ficou estupefata com o aumento, classificado por ela como “arbitrário”. “Sem dúvidas que o governo quer que o pobre cozinhe à lenha. Com um salário mínimo que não dá para pagar nada, como é que vamos desembolsar mais de setenta reais, a depender da distribuidora, para pagar o gás? Estamos voltando ao passado, é uma arbitrariedade.”

Agora imagina esse aumento para quem vive da cozinha? “Já era caro agora ficou mais ainda. Isso é um absurdo. Eu faço bolo caseiro, como forma d complementar a renda, agora, ou vou ter que repassar ao consumidor, ou diminuir a quantidade de bolos que faço por semana para não ter prejuízo”, desabafou Maria Helena.

Distribuidora local

Na distribuidora de Serafim, no bairro 18 do Forte, zona Norte da Capital, o reajuste teve que ser repassado aos clientes, não teve jeito. “Os consumidores demoram hoje em dia dois a três meses para gastar um botijão de gás. Então, eles ficam assustados quando veem que o preço aumentou bastante. Ficamos de mãos atadas, não tem como segurar esse tipo de determnação.”

Petrobras

A Petrobras considerou para efeito de ajustes nos preços do gás para uso residencial o cenário externo de estoques baixos, além dos reflexos de eventos climáticos, como o furacão Harvey, na maior região exportadora mundial do produto, que é a cidade de Houston, no Texas, Estados Unidos, cujos terminais permanecem fora de operação, o que afeta o mercado internacional.

Sindicato

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) estimou que o reajuste para o gás residencial ficará entre 11,3% e 13,2%, de acordo com o polo de suprimento. Como o aumento não repassa de forma integral a variação de preços do mercado internacional, a entidade calculou que o preço do produto destinado a embalagens até 13 quilos ficará 16,56% abaixo da paridade de importação. Segundo o Sindigás, isso inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento.

Por Joangelo Custódio

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