O custo da cesta básica de Aracaju apresentou aumento de 0,28% no mês de junho. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (6), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Na prática, os aracajuanos tiveram que desembolsar R$ 549,91 para levar o conjunto de alimentos perecíveis para casa. O leite integral e a manteiga foram os principais vilões, com aumento de preços em 17 capitais.
Mesmo com o aumento, a capital sergipana mantém a cesta mais barata do Brasil. Vale frisar que no mês de maio, houve queda de 0,56% no valor da cesta; em abril, teve aumento de 5,04%; em março, a alta foi de 1,58%; em fevereiro, 1,77%; e em janeiro, elevação expressiva de 6,23%. Já a variação anual é de incríveis 17%.
Entre maio e junho, as maiores altas ocorreram no Nordeste, nas cidades de Fortaleza (4,54%), Natal (4,33%) e João Pessoa (3,36%). Oito cidades apresentaram reduções, sendo que as mais expressivas foram registradas no Sul: Porto Alegre (-1,90%), Curitiba (-1,74%) e Florianópolis (-1,51%).
São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 777,01), seguida por Florianópolis (R$ 760,41), Porto Alegre (R$ 754,19) e Rio de Janeiro (R$ 733,14). Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 549,91), Salvador (R$ 580,82) e João Pessoa (R$ 586,73).
A comparação do valor da cesta entre junho de 2022 e junho de 2021 mostrou que todas as capitais tiveram alta de preço, com variações que oscilaram entre 13,34%, em Vitória, e 26,54%, em Recife.
Acumulado do ano
No ano de 2022, o custo da cesta básica apresentou alta em todas as cidades, com destaque para as variações de Natal (15,53%), Aracaju (15,03%), Recife (15,02%) e João Pessoa (14,86%).

Da redação, AJN1
