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Home Economia

Sergipe tem dificuldade em recuperar empregos perdidos na pandemia

6 de agosto de 2021
in Economia
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Sergipe tem dificuldade em recuperar empregos perdidos na pandemia
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Sergipe encerrou o mês de junho com um saldo positivo de 1.107 novos postos de trabalho com carteira assinada, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. Foram 6.970 admissões e 5.863 demissões no período. No entanto, quando comparado com outros Estados brasileiros, Sergipe apresenta o pior saldo positivo do país. 

Segundo análise do dirigente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos de Sergipe (Dieese), o economista Luís Moura, os índices demonstram que o estado sergipano está enfrentando dificuldades em se recuperar dos efeitos da pandemia de covid-19 sobre o mercado de trabalho. 

“Tivemos um aumento de emprego no mês de junho, foi um saldo positivo, considero muito importante, mas, quando se olha os demais estados, se vê que Sergipe teve o pior crescimento do emprego. A nossa economia não está dando resposta no mesmo patamar dos outros estados”, diz o economista. 

Moura ainda destaca que o crescimento de 1.107 novas vagas de empregos formais é em termos absolutos, porém, em termos relativos, o índice é de 0,41%. “Isso mostra que Sergipe está com problema na resposta do emprego derivado da pandemia”, reforça.

Ainda conforme dados do Caged, no período de janeiro a junho de 2021, Sergipe também encerrou com saldo positivo de 877 novos postos de trabalho, sendo a maior parte preenchida por mulheres, com 665 vagas, e outros 212 por homens. 

O maior índice de contratações no primeiro semestre do ano foi de pessoas com ensino médio completo, com 2.372 novas vagas nos seis primeiros meses do ano, e a faixa etária mais contratada foi de 18 a 29 anos. 

“O setor de Serviço, que é o que mais contrata, ainda não se recuperou totalmente. Acredito que nos próximos meses teremos um aumento muito derivado das contratações temporárias da agricultura, do corte da cana, que se inicia aí no final de agosto, início de setembro”, prevê o economista.

Por Laís de Melo

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