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Home Municípios

São Cristóvão celebra a 35º edição do Festival de Artes

12 de novembro de 2018
in Municípios
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O FASC existe desde 1972. Foto: divulgação Prefeitura de São Cristóvão

O segundo ano depois da volta do evento acontece nos dias 15 a 18 de novembro e vai contar com atrações artísticas locais e nacionais

O consagrado Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) está em sua 35º edição. O evento, que conta com a parceria da Universidade Federal de Sergipe (UFS), acontece nos dias 15 a 18 de novembro e traz inúmeras atrações artísticas, tanto locais, como nacionais, a exemplo de Chico César, Mart’nália, Céu, Baiana System, The Baggios, entre outros. Este ano haverá muitas novidades, uma delas é o ‘Beco do Amor’, um espaço que se transformará em mais uma atração da festa, que servirá de opção para atrações artísticas e reduto gastronômico, cuja área fica nas proximidades da Casa dos Bricelets.

Arte e cultura na cidade histórica. Foto: Pedrinho Mendonça

Para a criançada haverá os espetáculos “O Grande Circo Gentil”, da Cia Gentileza de Artes Integradas – CIGARI (SE), e “Faz de Conta”, de Guil Costa. As crianças irão participar da Contação de História e da Mostra Curta-Se Festivalzinho, no Cine Trianon, que nos dias 16,17 e 18 de novembro abre as sessões com a programação infantil.

Uma outra novidade que compõe a programação artística é a Banda de Fanfarra formada pelos alunos da EMEF Araceles Rodrigues Correia, que abrilhantará os quatro dias do FASC. Os cortejos acontecerão pelas ruas do Centro Histórico.

Para o prefeito do município, Marcos Santana, o FASC possui uma grande dimensão e não é uma festinha de interior. “O FASC é o maior evento cultural e artístico do estado e um dos maiores do nordeste brasileiro, por isto o esforço extraordinário para realizá-lo. Lembro que aos 12 anos de idade, em 1972, eu acompanhei a primeira edição do evento e minhas memórias fazem com que eu persiga o objetivo de a cada ano superar as expectativas do público, com uma programação cultural mais abrangente. Lembro sempre da professora Aglaé Fontes, que certa vez disse que o FASC é um formador de plateias. É justamente isto queremos: fazer com que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer artistas, que elas sejam apreciadoras das manifestações artísticas e folclóricas de nosso estado, e que façam uma reflexão sobre o nosso papel neste contexto. É preciso pensar qual o legado cultural que queremos deixar para as próximas gerações”, declara.

‘O FASC é o maior evento cultural e artístico do Estado e um dos maiores do Nordeste brasileiro’’ MARCOS SANTANA prefeito de São Cristóvão. Foto: divulgação prefeitura de São Cristóvão

Para a secretária de governo e relações comunitária de São Cristóvão, Paola Santana, a expectativa é grande para a realização do festival. “Esperamos dobrar o número de participantes e visitantes no evento. A programação está bem diversificada, inserimos mais artistas nordestinos e mais artistas femininas. A ideia é que o FASC também seja uma vitrine para artistas que estão começando. Serão mais 80 de artistas sergipanos, em várias modalidades, além disto o festival é uma oportunidade para fomentar a economia da cidade”, destaca.

 HISTÓRIA

O FASC acontece desde 1º de setembro de 1972, período da Ditadura Militar no país e foi criado como um espaço de vanguarda e liberdade. O historiador Denio Azevedo explica mais detalhes. “O FASC é fruto de um processo bem característico da ditadura militar. Houve um investimento por parte do Governo Federal, do militar que estava à frente do poder neste período, do pós 1964 e houve um investimento muito forte em festivais de artes e cultura. Claro que isto está dentro de um processo de encobertar o que era feito pelo estado. Se escondiam as mazelas políticas, a perseguição política, os opositores, o que se passava nos porões da ditadura e você dava a população um circo, isso faz parte de um processo”, explica.

Por outro lado, segundo o historiador, há o papel significativo de instituições de ensino e um papel da União Nacional dos Estudantes (UNE), que dentro da sua estrutura existia o Centro Popular de Cultura (CPC), em que passava a discutir a importância do folclore, o papel dos folcloristas e a valorização de uma cultura popular em diversas cidades no Brasil, ocasionando o surgimento de diferentes festivas.

“O FASC na verdade surge como o principal projeto de extensão da UFS e ele vai coincidir com o surgimento da Empresa Sergipana de Turismo (Emsetur), em 1972, neste ano a própria empresa já participa do primeiro FASC e convida o maior colecionador de postais e selos do mundo para vir ao evento fazer uma exposição. Graças ao Festival a gente tem o surgimento de grupos teatrais, teatro de rua, danças. A UFS sai dos seus muros e dá uma contribuição as práticas culturais e artísticas de São Cristóvão. O campus recentemente tinha mudado para lá, em 1968, a gente está falando de uma média de três a quatro anos após a instalação do campus. E percebemos que o FASC ao passar dos anos vai crescendo e se torna um dos principais festivais do Brasil. Ao longo dos anos você passa a ter atrações internacionais, era muito comum esse intercâmbio entre grupos de artistas e se torna uma referência não só para a universidade como para a cidade”, relata.

Denio Azevedo relembra ainda o tempo em que o FASC teve que encerrar e fala sobre a volta do evento na cidade. “Entre 1970 a 1980 existia o FASC, até que chega ao fim e a UFS afirma que eram gastos excessivos e não tinha grupo de patrocinadores para bancar o evento, então ele é interrompido. Tempos depois houve uma tentativa de retomada e na atual gestão do prefeito Marcos Santana teve uma proposta de palanque para a retomada do evento e voltou no ano passado já com uma boa estrutura, programação e com a participação da universidade. E a maior conquista foi emplacar o FASC na Lei Rouanet, um investimento alto e bem interessante, dá para ver pela programação dos artistas nacionais, a gente vê uma movimentação maior, há cursos da UFS participando, há uma equipe multidisciplinar envolvida”, pontua.

 GRUPO TEATRAL

Um dos primeiros grupos teatrais que realiza atividades no estado é o Raízes, que existe desde 1973 e surgiu fazendo teatro infantil. O seu fortalecimento se deu por meio da Bolsa do Trabalho Arte, criado pela UFS através do convênio com Ministério da Educação e Cultura. Para ter direito a bolsa, uma das atividades necessárias era participar do FASC.

“Participamos de umas oito a dez edições do FASC e lá era a culminância de quase todos os trabalhos artísticos. É importante lembrar o aspecto de comportamento do FASC, lá liberava os fluidos, as pessoas namoravam, tinha a famosa praça da cachaça com barracas de bebidas. Tinha uma programação artística, a gente dormia nas ruas, havia esse clima r também havia uma certa reação por parte dos moradores, porque tinha uma invasão do espaço deles, da cidade histórica, por um bando de loucos e sonhadores, era muito bom”, relembra o diretor do grupo Raízes, Jorge Lins.

PROGRAMAÇÃO

Cartaz: Canijan Oliveira

Quinta-feira (15 de novembro)

II Fórum Pensar São Cristóvão: (Organização da UFS – em breve divulgaremos a programação completa).
Palco Frei Santa Cecília (Praça do Carmo): Projeto Musical Breaktime Red Bull.
Salão de Literatura José Augusto Garcez (Largo da Matriz): Feira da Prensa “Cordel e Imprensa Alternativa”, Intervenção Musical Solo de gaita –  Matheus Santana, Oficina de Poesia e Fanzine com Clara de Noronha e Líria Regina, Intervenção poética “Extremamente barulhento; certos assuntos, por exemplo”, com Pedro Bomba; lançamentos de livros Edise e UFS.
Cine Trianon (Teatro Elic): Mostra de Filmes Franceses Documentário “Maio de 68, uma estranha primavera” – 90′, debate sobre o documentário e as manifestações que aconteceram na França em 1968.
Salão de Artes Visuais Vesta Vianna: Exposição de Artes com os artistas: Edidelson Silva, Elias Santos, Wécio Santos, Beto Ribeiro, Naldo Teles, Jorge Luiz Barros, Fillippo Garrone, oficina de Grafitte com Buga, show com Danilo Duarte.
Beco do Amor (Largo do Amparo): Mostra Aliança Francesa – com finalistas do Festival da Canção Francesa.
Cortejo: Banda de Pífano de Aracaju, Caceteiras de Mestre Rindú, Samba de Pareia de Laranjeiras.
Casa do Folclore (exposição permanente durante todo o evento): Exposição 40 anos do Grupo de Teatro de Bonecos Mamulengo de Cheiros.

Sexta-feira (16 de novembro)

Palco João Bebe-Água (Praça São Francisco): Lira Sancristovense, Samba do Arnesto, The Baggios, Baiana System, DJ Vinicius Big John.
Palco Frei Santa Cecília (Praça do Carmo): Samba de Coco da Ilha Grande, Sergival, Luedji  Luna, Coutto Orquestra.
Salão de Literatura José Augusto Garcez (Largo da Matriz): Feira da Prensa “Cordel e Imprensa Alternativa”, Recital Garcez Literário com Gabriel Alves da Fonseca, oficina “Cordelistas na Peleja com Xilogravuras”, bate-papo Literatura Alternativa com Juliano Becker, Germana Araújo e Daniel Zanella (Jornal Relevo – PR).
Cine Trianon (Teatro Elic): Mostra Festivalzinho, Mostra Curta-SE Festivalzinho (Infantil), Ocupe Cidade – 20′; Ontem eu tive que morrer – 17′; Rural do Forró – 17′; Todas as cores em derredor – 23′; Dom Quixote Sergipano – 23′.
Salão de Artes Visuais Vesta Vianna: Exposição de Artes permanente, oficina de  lambe-lambe com Glasdston Barroso.
Palco Antônio Mariano (Praça da Bíblia): O Grande Circo Gentil: Cigari, Mãos que pensam, corpo que fala: Academia Só Dança, Aline Serze Vilaça.
Beco do Amor (Largo do Amparo): Vinícius Crispim, Dami Dória Quarteto, Bob Lelis e a Rural do Forró.
Cortejos: Samba de Coco da Mussuca, Parafuso, Afro Reggae, Oxalufã.
Igreja do Rosário: Renantique, DTabebuia Duo.

Sábado (17 de novembro)

Palco João Bebe-Água (Praça São Francisco): Orquestra de Atabaques de Sergipe, Quinteto de Metais Del Rey, Lenine, Céu, DJ Kaska.
Palco Frei Santa Cecília (Praça do Carmo): Samba de Moça Só, Casco, Banda Eddie, Kilodoinhame.
Salão de Literatura José Augusto Garcez (Largo da Matriz): Feira da Prensa “Cordel e Imprensa Alternativa”, Contação de histórias com Adriana Alencar, Oficina de Fanzine: Zé Luciano; Mulheres na Cena: Cordel e RAP com Izabel Nascimento e Bruxas do Cangaço, O Repente, com Vem Vem do Nordeste.
Cine Trianon (Teatro Elic): Mostra Festivalzinho; Mostra Curta-SE Festivalzinho (Infantil), Mostra Cinema Universitário UFS.
Salão de Artes Visuais Vesta Vianna: Exposição de Artes permanente, Sarapatel Filosófico.
Palco Antônio Mariano (Praça da Bíblia): Figo da Figueira: Grupo de Teatro de Bonecos, Mamulengo de Cheiroso, Cenário da Vida: CIA de Dança Nelson Santos.
Beco do Amor (Largo do Amparo): Voodoo Cigano, Arthur Matos, KombiSoul.
Cortejos: Reisado de São Cristóvão, Carimbó, Banda de Fanfarra Araceles, Banda de Afoxé Omo Oxum.
Igreja do Rosário: Vozes da Vitória Guga, Montalvão.

Domingo (18 de novembro)

Palco João Bebe-Água (Praça São Francisco): Orquestra Cajuína, Cidade Dormitório, Chico César, Mart’Nália.
Palco Frei Santa Cecília (Praça do Carmo): Anne Karol e Os Afrodrums, Patrícia Polayne, Rincon Sapiência, Papudo Gil e Banda.
Salão de Literatura José Augusto Garcez (Largo da Matriz): Feira da Prensa “Cordel e Imprensa Alternativa”, Cantoria para criançada com o espetáculo “Faz de Conta”, Guil Costa, Intervenção “Literatura e Mulheres Negras” com Coletivo Coralina Maria de Jesus de Pesquisa em Jornalismo e Cultura, Bate-papo com Euler Lopes sobre textos dramatúrgicos, Contação de estórias como mediação de leitura: Luiz Carlos Nascimento Hora, apresentação musical: Victor Hugo.
Cine Trianon (Teatro Elic): Mostra Festivalzinho; Mostra Curta-SE Festivalzinho (Infantil), Mostra Cinema Acessibilidade (para deficientes auditivos e visuais);
Salão de Artes Visuais Vesta Vianna: Exposição de Artes Permanente, Oficina Arte em Bordado com Naldo Teles, Batalha de Rap.
Palco Antônio Mariano (Praça da Bíblia): Evelise Batistel: Dança Cigana, O Auto da Compadecida: O Julgamento – Cia. Teatral Loucos por Loucos.
Beco do Amor (Largo do Amparo): Pífano de Pife, Luno Torres.
Cortejos: Samba de Coco da Paz, Taieiras de São Cristóvão, Afoxé de Preto.
Igreja do Rosário: Tríade BR, Grupo Chorinho Cidade Histórica.

Por Thainá Ferreira/Cinform

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