O esforço do prefeito Edvaldo Nogueira e o diálogo com todos os deputados federais e senadores deram resultado: Aracaju será contemplada com uma das emendas da bancada federal de Sergipe no Orçamento Geral da União de 2018. A proposta apresentada pela administração municipal é de um aporte de R$ 120 milhões para o setor de Saúde Pública da capital.
Na reunião da bancada federal, já na noite da terça-feira, 17, da qual participaram, além dos parlamentares, o governador Jackson Barreto e prefeitos de vários municípios, Edvaldo reiterou a necessidade de uma emenda específica para a Saúde de Aracaju. Com o acordo firmado entre situação e oposição sobre as emendas impositivas (uma para a Saúde do Estado e outra para a Codevasf), o prefeito continuou dialogando com os deputados e senadores sobre a proposta de Aracaju. Em resposta, os parlamentares firmaram o compromisso de inserirem na lista de emendas a demanda da capital e de todos trabalharem pela liberação dos recursos, sobretudo o líder do governo no Congresso Nacional, deputado federal André Moura.
Na manhã desta quarta-feira, 18, Edvaldo continuou o seu périplo pelos gabinetes para reforçar a importância da emenda coletiva e também para apresentar outras solicitações de emendas individuais. “Todo o nosso esforço tem sido no sentido de buscar recursos para a nossa cidade, sobretudo para a Saúde, uma prioridade da nossa gestão e uma área que tem uma grande demanda por mais investimentos. Estive com os aliados e também procurei a oposição. Me reuni com todos eles e fiz o apelo por Aracaju. O benefício para o cidadão da nossa cidade está acima de qualquer diferença política”, ressaltou o prefeito.Na justificativa, a prefeitura informa que Aracaju é o executor da maioria dos serviços de média e alta complexidade e cita que a rede ambulatorial própria da Saúde da capital é composta por dois grandes centros de especialidades – o Cemar Siqueira campos e o Cemar Augusto Franco, além de outras unidades especializadas, cujo custo mensal é de R$ 8,3 milhões. Já a atenção básica consome outros R$ 9 milhões por mês. Há ainda os gastos com os contratos hospitalares, que totalizam R$ 10,1 milhões. Enquanto isso, os repasses estão abaixo dos custos totais da rede, levando a um quadro de déficit.