Esse já é o terceiro ano que o corpo de profissionais organiza a festinha
Hoje, dia 17, foi dia de festa na ala de pediatria do Ipesaúde. Mesmo alguns dias depois, funcionárias do setor de saúde infantil da instituição fizeram uma alusão ao dia das crianças. O setor é composto por cerca de 12 funcionários dentre médicos, coordenadores, técnicas de enfermagem e enfermeiras. Esse já é o terceiro ano que o corpo de profissionais dessa área organiza a festinha.
Foram horas onde as crianças e seus responsáveis puderam usufruir do tempo de espera na ala de maneira um pouco diferente. O momento lúdico teve direito a entrega de fatias de tortas, refrigerante, pipoca e outras guloseimas.
A funcionária Luzinete Cavalcante, técnica de enfermagem há 10 anos no Ipesaúde, diz que o pequeno evento é um lembrete para o 12 de outubro: “Como é o dia das crianças nós decidimos fazer a comemoração para esse dia não passar em branco”. Ela ainda ressalta que o setor pediátrico combina o atendimento ao público com o acolhimento.
Foi um momento de interação entre os funcionários, as crianças e seus responsáveis. No vai e vem da espera para a consulta, os pequeninos pacientes puderam provar os comes e bebes, dos brinquedos do próprio espaço destinado a elas além de peraltices com outros meninos e meninas.
Um deles foi o pequeno Miguel, de apenas 9 anos. Enquanto esperava o atendimento para verificar uma inflamação na garganta, ele pode aproveitar o momento festivo. Sua tia, a autônoma Luciana Meneses, aprovou a ideia da comemoração do Dia das Crianças “É a primeira vez que vejo isso. Estou achando uma ideia muito bonita e divertida para alegrar as crianças. É bom enquanto elas esperam o atendimento.”
A mesma visão teve a vendedora de 34 anos Cristiane Lima Abella. Quando os milhos começaram a estourar na pipoqueira a jovem mãe começou a perceber algo diferente no ambiente. “Achei tão diferente o barulhinho da pipoca que logo fiz uma relação com o Dia das Crianças, já que estamos no mês delas”. A mãe do pequeno Carlos Eduardo – o Cadú – de apenas 8 anos de idade, ainda achou a proposta maravilhosa por dar movimento ao seu menino enquanto ele espera pelo atendimento.
Contudo quem gostou mesmo foi seu público-alvo: as crianças. No início o comportamento foi um pouco tímido. Logo depois, maneira ordenada e acompanhadas de seus responsáveis, os pequenos ficaram mais à vontade e foram à procura daquilo que alimenta sua essência: doces e brincadeiras.
Por Ascom/Ipesaúde