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Home Saúde

Huse: instituições devem obedecer cadastro para realização de ações beneficentes

8 de agosto de 2017
in Saúde
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08de55618994d6cb00899464dba37614O cadastramento visa ainda garantir a segurança de funcionários, pacientes e acompanhantes, visto que no momento em que entidades beneficentes tinham acesso ao Huse, diversos meliantes passaram a aproveitar a oportunidade para realizar furtos e assaltos

Para melhor organizar o fluxo de entidades que realizam ações beneficentes no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), desde o mês de abril a equipe gestora da unidade passou a disponibilizar um cadastro onde os próprios representantes desses órgãos passaram a informar o dia da semana, nome dos voluntários, horário e a área do hospital em que gostariam de realizar trabalhos voluntários, a exemplo de distribuição de sopa.

Em virtude de denúncias emitidas pelo supervisor de comunicação do Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC), Fred Gomes, de que a unidade teria fechado às portas e impedido uma ação solidária a ser realizada na última sexta-feira, 4, sem devido informe sobre o novo sistema de cadastramento de entidades, a gestão do Huse comprova, mediante documento impresso, que integrantes da instituição realmente teriam efetuado cadastro e confirmado distribuição de lanche, mas a data não condizia com a da última sexta-feira, 4. Ainda de acordo com o superintendente do Huse, Luiz Eduardo Correia, o autor da denúncia também não tinha seu nome cadastrado no hospital para validar seu próprio acesso juntamente com demais representantes do GACC.

“Cadastramos todas as entidades e com isso pedimos a todos os representantes para especificar dia, nomes, horário e local do hospital em que fariam trabalho voluntário. Os seguranças do hospital precisam reconhecer essas pessoas, que ainda deverão ter seus nomes confirmados da área do hospital escolhida pelos mesmos para a ação. Somente após esses processos o grupo ou representante poderá ter acesso ao Huse, considerando todas as informações cadastradas”, explicou o gestor.

Segurança

Ainda segundo Luiz Eduardo, o cadastramento visa ainda garantir a segurança de funcionários, pacientes e acompanhantes, visto que no momento em que entidades beneficentes tinham acesso ao Huse, diversos meliantes passaram a aproveitar a oportunidade para realizar furtos e assaltos com uso de armas, além de utilizarem o estacionamento da unidade para abandonar veículos roubados. Também por medida de segurança, o portão de acesso à guarita central do Huse ficará aberto durante horários determinados, sendo eles de 6h30 às 7h30, das 12h30 às 13h30 e das 18h30 às 19h30. Nos outros horários do dia o fluxo será pela entrada principal da unidade, que recebe cerca de 5 mil pessoas, diariamente.

“Tomamos a iniciativa de fechar o portão da frente para evitar a ação desses meliantes, após apreensão de facas e facões. Isso significa que nenhuma entidade séria, comprometida com a causa do necessitado, está impedida de realizar ação beneficente no Huse. Deve, inclusive, ser parabenizada. Além do GACC, que nem ao menos procurou a gestão do hospital para quaisquer reclamações, todas as demais instituições poderão ter acesso à unidade conforme dados preenchidos pelos próprios representantes em cadastro”, acrescentou o superintendente.

Pontos eletrônicos

Para garantir as escalas completas e também a segurança dos profissionais e usuários do Huse, será implantando pontos eletrônicos na unidade, catracas e câmeras de monitoramento. Todo o sistema está em fase final de licitação e os pontos eletrônicos serão instalados em todas as entradas do hospital. Após a instalação será realizado o cadastramento biométrico dos 4.500 colaboradores do Huse, cuja ação será ampliada para unidades, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) e hospitais regionais que compreendem a Rede Estadual de Saúde.

“Como serão fechadas sete entradas, restarão apenas seis no Huse. Essas entradas terão catracas com exclusiva passagem para acompanhantes e pacientes, que terão pulseiras de identificação coloridas conforme a área em que se destina. Os pacientes não poderão circular pelo hospital, e a segurança estará em atuação em toda a área externa e interna da unidade. Iremos condensar essa segurança em seis pontos cruciais, com câmera, biometria e atuação do BESP [Batalhão Especial de Segurança Patrimonial]”, concluiu o superintendente do Huse.

Por Ascom/SES

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