Ações são realizadas regularmente nas principais avenidas de Aracaju
A Energisa segue realizando a remoção de cabos de internet soltos ou irregulares de seus postes, compartilhados com empresas de telecomunicações. As fiscalizações ocorrem de forma contínua em bairros e principais avenidas de Aracaju. Já foram removidas mais de 37 toneladas de cabos desde 2025.
Neste mês de abril, as ações ocorreram na Avenida Francisco Porto e trechos da Avenida Tancredo Neves onde foram retiradas mais de três toneladas de cabos irregulares. A ação de regularização acontecerá também na Avenida Desembargador Maynard e demais avenidas programadas.
De acordo com o gerente de Construção e Manutenção da Energisa em Sergipe, Wellington Aranha, as empresas de telecomunicações são responsáveis pela manutenção, organização e regularidade de suas redes, devendo seguir rigorosamente as normas estabelecidas pela Anatel e pela Aneel.
“A estrutura dos postes é compartilhada com as empresas de telecomunicações que, conforme regulamentação e contrato, também precisam manter o ordenamento, principalmente por questões de segurança. Cabos fora das especificações técnicas ou clandestinos são removidos, o que pode provocar a suspensão temporária dos serviços de internet ou telefonia. Por isso, contamos com o apoio da população para que sejam contratadas apenas empresas regulares”, afirma Wellington Aranha.
Como consultar empresas regulares
A distribuidora disponibiliza aos clientes uma plataforma de consulta na qual é possível verificar quais empresas de telecomunicações estão regularizadas nas proximidades de residências ou comércios. A consulta pode ser realizada diretamente na Agência Digital, através do site servicos.energisa.com.br e, mediante login com CPF ou CNPJ, selecionar a opção em “Provedores de Internet Regulares”, disponível no menu principal. Ao informar o número da unidade consumidora e realizar validações via SMS ou e-mail, o sistema apresentará uma lista das empresas em situação regular nas proximidades da sua residência ou comércio.
Por Adriana Freitas
