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Home Política

Adversários falam em “tristeza” de Valmir, mas tem gente “tremendo” por aí!

5 de abril de 2026
in Política
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Adversários falam em “tristeza” de Valmir, mas tem gente “tremendo” por aí!
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Com bravura e coragem, Valmir anunciou sua renúncia e formalizou com sua pré-candidatura a governador

Desde a última quinta-feira (2), a renúncia de Valmir de Francisquinho (Republicanos) da prefeitura de Itabaiana e a confirmação de sua pré-candidatura a governador do Estado pela oposição se tornou o “assunto do momento” e praticamente tomou conta das análises de todos os jornalistas, radialistas e blogueiros que trabalham acompanhando os bastidores da vida política sergipana. A pré-candidatura do delegado André David (Republicanos) também repercutiu assustadoramente…

O que de fato estava acontecendo era um cenário muito cômodo para o governador Fábio Mitidieri (PSD) que vinha “surfando” de olho na reeleição e apostando que tudo seria apenas uma questão de tempo. Com certa arrogância no agir, imaginando que tinha o controle de tudo e de todos, Fábio antecipou o lançamento de sua chapa majoritária, ainda em meados do ano passado com Jeferson Andrade (PSD) como vice, e André Moura (União Brasil) e Alessandro Vieira (MDB) como pré-candidatos ao Senado.

O governador tratou seu “organograma eleitoral” como se estivesse reunindo um grupo de amigos ou de familiares, onde a liderança dele seria algo natural pelo cargo que exerce, mas logos os problemas vieram à tona e ele demonstrou não ter habilidade alguma para administrar os conflitos entre Alessandro e André Moura. O senador do MDB “implodiu” a chapa de Mitidieri, que ainda vota nele, mesmo fora da chapa e ainda tentando atrair Rogério Carvalho (PT)…

O anúncio da pré-candidatura de Ricardo Marques (PL) para governador, parece não ter incomodado tanto a Mitidieri e mais parecia que um amigo distante havia reaparecido para uma disputa com ele, e nada mais do que isso. Mas o que realmente tirou Fábio e seus aliados do sério foi o efeito suspensivo concedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) que devolveu os direitos políticos do então prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho. Dali em diante a “paz” parece ter acabado no Palácio…

Depois disso, veio a licença de Valmir do comando da Prefeitura, e logo os aliados do governador e setores da imprensa não esconderam o incômodo e começaram os ataques contra Valmir e a gestão municipal de Itabaiana, inclusive com falas de “campanha eleitoral antecipada”, mesmo com o “Sergipe é Aqui” de Mitidieri transformado em “palanque político” durante várias edições. Enquanto isso, nos bastidores, os “amigos do Poder” seguiam “tramando” tentativas para derrubar a liminar em BSB…

Sem terem êxito em Brasília, junto ao STJ, a reação de alguns jornalistas, radialistas, blogueiros e até políticos próximos do governador foi de construir uma “narrativa” de que Valmir supostamente não teria coragem de renunciar. Muitas falas, principalmente as que reproduzem os “sons palacianos”, deixavam transparecer uma “agonia”, uma preocupação com a possibilidade de Valmir aceitar o desafio, ir para a disputa e colocar em risco a reeleição do governador do Estado.

Na iminência da renúncia de Valmir, de um lado veio a “tomada” do comando do Podemos para Rodrigo Valadares, sob o argumento que o empresário Edivam Amorim não conseguiu levar um deputado federal para disputar a reeleição pela legenda, sendo que o bolsonarista também não atraiu nenhum mandatário; do outro lado, foram pressões, telefonemas, propostas e uma série de outras narrativas para tentar convencer Francisquinho a seguir no comando da prefeitura de Itabaiana.

Preocupado com seu futuro político, mas em um ato de bravura e muita coragem, Valmir anunciou sua renúncia e formalizou com sua pré-candidatura a governador um desejo que não é só dele, mas que parecia “engasgado” por cerca de 460 mil sergipanos que já em 2022 o queriam administrando Sergipe. Desde então ele virou o “centro das atenções” e passou a ser o assunto principal das rodas políticas e das avaliações dos mais variados setores da imprensa.

Com uma breve ressalva: de um lado, aliados de Valmir estão fazendo festa porque entendem que o desejo de sua pré-candidatura tem forte apelo popular por todo o Estado e que seu nome continua bastante competitivo, com chances reais de vencer a eleição; do outro, adversários preocupados, muitos já temendo o pior e com setores da imprensa especulando “tristeza” e “nervosismo” durante o ato de assinatura da renúncia. Como perguntar não ofende, será que é Valmir mesmo quem anda nervoso esses dias?

A impressão é que o governador, que gerou o problema do desabastecimento de água em Sergipe com a privatização de parte dos serviços da DESO para a Iguá e que agora está prometendo resolver, é quem está preocupado e nervoso com a presença de Valmir na disputa e “bombando” nas redes socais, com forte apelo popular. “Triste” mesmo é ver setores importantes da nossa Comunicação se submetendo a uma atuação política tão pequena, do “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. E é só o começo…

Veja essa!

Após o anúncio de Valmir de Francisquinho confirmando sua pré-candidatura a governador, alguns setores construíram uma narrativa de que ele estaria “triste” e “pressionado” para assinar sua renúncia do comando da Prefeitura Municipal de Itabaiana.

E essa!

Valmir foi eleito pelo voto popular para um terceiro mandato no comando de sua cidade e, convenhamos, a decisão de renunciar não era fácil para ninguém, inclusive para ele, mas ainda assim ele se revelou corajoso e como um “homem de grupo” e agora vai disputar novamente um projeto maior.

Demonstra fraqueza

Quando aliados do governador e setores da imprensa se prendem a uma narrativa tão pequena, “passam o recibo” de que estão todos preocupados com a possibilidade real do itabaianense disputar e levar o governo do Estado.

Fábio que fez?

Para tentar reverter o momento favorável para Valmir, o governo de Fábio Mitidieri também entrou no clima de pré-campanha eleitoral com o mote “Foi Fábio que Fez”! Como perguntar não ofende nunca, foi o governador mesmo quem fez ou foi a gestão? Coisas da política…

Queima do Judas

A tradicional Queima do Judas, realizada por populares no Sábado de Aleluia, ganhou destaque nas redes sociais em Sergipe com um boneco todo caracterizado com a foto do governador Fábio Mitidieri e os “patrocínios” da Iguá Saneamento. O boneco foi queimado em uma comunidade no município de Nossa Senhora do Socorro, onde a falta de água nas torneiras é constante e a população já não sabe o que fazer.0

Georgeo Passos I

O deputado estadual Georgeo Passos (Cidadania) debateu sobre o Projeto de Lei Complementar nº 06/2026, que altera a Lei Complementar nº 176, que trata das microrregiões de saneamento básico. O parlamentar fez vários questionamentos, dentre eles, se o Governo do Estado estaria “quebrado”, lembrando o “raspa tacho nos fundos (contas)” feito no final de 2025. Segundo Georgeo, a Lei teve três modificações, sendo que nessa última autoriza a gastar o dinheiro da concessão da Deso com despesas de custeio.

Georgeo Passos II

Georgeo ressaltou que inicialmente o governo assegurou utilizar o dinheiro em investimentos (obras), pagamento de precatórios e na área do meio ambiente. “Agora vão meter a mão no dinheiro da venda da Deso que era pra obras estruturantes em Sergipe. Com qual justificativa? É ano de eleição e tem que manter o governo minimamente funcionando? Estamos falando de mais de R$ 1 bilhão. O líder do governo prometeu trazer os extratos dessas contas (dos recursos da venda da Deso), ainda não trouxe”, disse.

Georgeo Passos III

O deputado também lembrou que em dezembro a Assembleia Legislativa autorizou que os valores dos juros (rendimentos da concessão) fossem utilizados para serviços públicos de saúde, com proibição para pagamento de despesa com pessoal. “O governo agora quer utilizar o dinheiro para as despesas correntes, do dia a dia. Isso demonstra que o governo vai mal das pernas financeiramente. Por mais dados que digam, a realidade prova o contrário. O que realmente está por trás disso?”, questiona Passos.

Obras
Georgeo foi enfático ao afirmar que as obras do governo, em sua maioria, estão sendo executadas com recursos provenientes de empréstimos e são de qualidade ruim. “Não tem dinheiro para obra. Pega emprestado! Não tem dinheiro para custeio. E, agora, vão meter a mão no dinheiro da venda da Deso que era para obras estruturantes”, afirmou, acrescentando não compreender o motivo dos rendimentos de R$ 1 bilhão serem insuficientes para manter a máquina pública funcionando. Ao final, o deputado afirmou que votaria contra ao referido projeto encaminhado pelo governo.

CRÍTICAS E SUGESTÕES

habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com

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