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Home Capital

Câncer de pele em áreas inusitadas: especialista alerta sobre riscos e cuidados

20 de fevereiro de 2025
in Capital, Saúde
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Câncer de pele em áreas inusitadas: especialista alerta sobre riscos e cuidados
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Com dias ensolarados quase o ano inteiro e um verão marcado por altas temperaturas, praias movimentadas e intensa exposição ao sol, Sergipe exige atenção redobrada com a saúde da pele. O câncer que atinge o maior órgão do corpo humano é o mais comum no estado, assim como em todo o Brasil, correspondendo a aproximadamente 33% dos diagnósticos oncológicos no país.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que surjam mais de 220 mil novos casos por ano, sendo cerca de 85% do tipo não melanoma, geralmente menos agressivo, e 15% melanoma, conhecido por sua alta letalidade. Apenas em Sergipe, a previsão do INCA indica mais de dois mil registros da versão de menor gravidade até o final de 2025.

Um dos grandes desafios para a detecção precoce do câncer de pele, de acordo com a dermatologista da Oncoclínicas Sergipe, Thamara Morita, é o surgimento das lesões em áreas inusitadas ou de difícil auto-observação, como couro cabeludo, orelhas, palmas das mãos, solas dos pés e pálpebras.

“Essas regiões são mais difíceis de monitorar por estarem fora do campo visual ou por estarem em áreas que achamos que não são expostas comumente ao sol, o que frequentemente leva ao diagnóstico tardio”, afirma Thamara Morita. Ela alerta que tumores negligenciados podem crescer e agravar o quadro da doença.

“Além da radiação solar, a predisposição genética, histórico de queimaduras solares na infância, imunossupressão (como em pacientes transplantados), e até a exposição a agentes químicos, como arsênio e parafina podem aumentar as chances de câncer de pele”, aponta a dermatologista, reforçando que é fundamental observar novas marcas ou mudanças das características de sinais já existentes, como alterações no formato, tamanho ou na coloração.

Proteção adequada e prevenção

O uso de protetor solar, embora essencial, deve ser complementado por outras medidas. “Evitar o sol entre 9h e 16h, buscar sombras e utilizar acessórios, como chapéus e bonés com fator de proteção ultravioleta são atitudes que minimizam os riscos”, destaca Morita. Além disso, uma dieta rica em frutas e verduras também contribui para a saúde da pele.

Para áreas como palmas das mãos e solas dos pés, Thamara alerta ainda para o melanoma acral, uma forma mais agressiva da doença, mais prevalente em pessoas de pele negra, que pode começar como uma lesão discreta e passar despercebida. “Apesar de raramente expostas ao sol, essas regiões podem ser acometidas devido a fatores genéticos, então é preciso ter atenção ao próprio corpo”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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