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Home Saúde

Saúde oferta cirurgia a laser para tratamento de doença da retina em bebês prematuros

26 de junho de 2024
in Saúde
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Saúde oferta cirurgia a laser para tratamento de doença da retina em bebês prematuros
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A maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) realiza em média quatro procedimentos desse tipo por mês

A Secretaria de Estado da Saúde, por meio da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), realiza o procedimento de panfotocoagulação da retinopatia da prematuridade em ambos os olhos, uma cirurgia a laser para evitar a cegueira em bebês prematuros extremos.

A retinopatia da prematuridade é uma doença que acomete os recém-nascidos extremos com peso ao nascimento igual ou menor a 1,5 quilo e idade gestacional menor ou igual a 32 semanas.

De acordo com a médica oftalmologista especialista em retina e vítreo, Dorothy Ribeiro Lima, essa condição acontece porque os bebês nascem antes do tempo, quando os vasos da retina não estão completamente desenvolvidos, o que pode levar à cegueira, caso o tratamento não seja realizado dentro do prazo adequado. “A maioria dos recém-nascidos prematuros apresenta essa doença, mas nem todos são submetidos a esse tratamento”, explicou.

Segundo a médica, esses bebês fazem o exame de mapeamento de retina sob midríase (dilatação das pupilas) ainda na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal (Utin) e, quando têm alta hospitalar, realizam o acompanhamento no Ambulatório de Seguimento do Recém-nascido de Alto Risco ‘Maria Creuza de Brito Figueiredo’ (antigo Follow-up). 

“Na fase inicial, não existe tratamento para essa doença, só acompanhamento. Quando e se o bebê piorar e precisar fazer a cirurgia, nós fazemos. Se não fizer essa cirurgia em tempo hábil, o bebê pode ficar cego”, enfatizou Dorothy Ribeiro Lima.

Atualmente, somente dois oftalmologistas em Sergipe fazem a panfotocoagulação da retinopatia da prematuridade, e apenas a médica Dorothy Ribeiro Lima a realiza pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em média, são feitas quatro cirurgias por mês.

Alívio

Leidivânia de Jesus Oliveira, mãe da pequena Ariela, teve pressão alta e diabetes gestacional durante a gravidez, e a bebê nasceu prematura de 32 semanas. Ela fez o acompanhamento no Ambulatório de Seguimento, e assim foi verificada a necessidade do procedimento de panfotocoagulação da retinopatia da prematuridade. “Minha filha nasceu em 17 de abril, e a cirurgia foi feita quando ela tinha quase dois meses. Fiquei aliviada, pois tive medo de ela ficar cega. É muito bom ter um serviço desse gratuito”, ressaltou.

Foto: Valter Sobrinho

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